<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355</id><updated>2011-12-08T13:55:06.064-08:00</updated><title type='text'>Cine-Rosebud - O blog da poltrona vermelha</title><subtitle type='html'>Porque cinema é muito mais que pipoca!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>32</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-1419210241726925279</id><published>2011-09-19T07:45:00.000-07:00</published><updated>2011-09-19T07:52:19.080-07:00</updated><title type='text'>Os bons filmes ao cinema tornam</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-zC1rMquuuIc/TndWk9_rg_I/AAAAAAAAAnw/cj2hh4ZVpgc/s1600/lionking1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 158px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-zC1rMquuuIc/TndWk9_rg_I/AAAAAAAAAnw/cj2hh4ZVpgc/s400/lionking1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5654083050303882226" /&gt;&lt;/a&gt;Ontem fui recuperar o cinema perdido em mim, e o fiz. Peguei um pacote tamanho GG de pipoca, um refrigerante bem gelado e sentei na mesma poltrona de costume: no canto esquerdo, ao lado da passarela, pouco acima da metade das fileiras. Apoiei os óculos 3D na ponta do nariz, acompanhei o apagar de cada luz e respirei fundo, sorrindo por dentro, praticamente me sentindo em casa.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Ao fundo a tela preta exibia alguns dizeres decorados por mim há décadas, mas algo mudou, em vermelho queimado as palavras diferenciaram o que era de costume e o sorriso estava novamente ali, em mim, meio bobo, revivendo uma sessão em família que aconteceu quando meu irmão e eu tínhamos sete anos. Ontem, a tela exibia a frase: “Uma exibição especial em 3D.”&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;O fundo voltou a ficar completamente escuro, sendo quebrado apenas por um nascer do sol esbanjando amarelo e alaranjado no horizonte. A trilha era “Ciclo sem fim”. Arrepiei. Ao meu lado (depois da passarela) um garoto de uns oito anos em sincronia com a voz do pai cantava a letra que marcou a minha infância com O Rei Leão.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-WDhxfVlLnFM/TndWvHgu6zI/AAAAAAAAAn4/c1ARYAJGbwI/s1600/o_rei_leao_3d_poster.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 239px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-WDhxfVlLnFM/TndWvHgu6zI/AAAAAAAAAn4/c1ARYAJGbwI/s320/o_rei_leao_3d_poster.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5654083224657128242" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Provavelmente eu poderia acabar esse post aqui e a maioria das pessoas entenderia completamente a sensação que tive ao ver esse clássico da década de 90 sendo novamente exibido nas telonas. Ainda hoje eu poderia recitar fala por fala do filme, cheia orgulho. Aliás, se eu já tivesse filhos poderia ser a mim encaixada ali, na descrição do garoto e o pai, cantando a trilha em uníssono e reunindo duas gerações no gosto por essa animação 2D que ultrapassa as décadas.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Impressionando até a Disney, o relançamento do longa (que foi feito para animar os fãs com a chegada do vídeo em 3D Blu-ray) desbancou o primeiro lugar nas bilheterias nos EUA, com  uma arrecadação de US$ 29,3 milhões no último final de semana. Rei Leão marcou tanto uma época que, mesmo passados quase 20 anos, está ainda hoje entre as cinco maiores animações da história em bilheteria. E pelo jeito a Disney pretende converter outros grandes clássicos para o 3D e exibi-los nas grandes telas, imagine agora, depois dos ótimos números.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Eu já fiz minha listinha de grandes animações 2D que espero ver no cinema, tendo Dumbo como zerinho corta todos, já que os vôos e aterrissagens do elefante orelhudo seriam um espetáculo a parte. Na sequência, mas não essencialmente na ordem, espero Pinóquio, Bambi, Aladin, A Bela e a Fera, A Bela Adormecida, Cinderela, Peter Pan, A Dama e o Vagabundo, A Pequena Sereia (que também teria um efeito lindo em 3D) e até os mais novos, mas não pouco velhos, Tarzan e Mulan. A lista é tamanha que até acho que vou fazer uma sessão especial em casa, para me preparar.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Quem topa?&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Hakuna Matata!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-qVuoo9kV1M8/TndW2dtzUdI/AAAAAAAAAoA/BHfDe6aX14U/s1600/rei%2Ble%25C3%25A3o.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 180px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-qVuoo9kV1M8/TndW2dtzUdI/AAAAAAAAAoA/BHfDe6aX14U/s320/rei%2Ble%25C3%25A3o.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5654083350876606930" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-1419210241726925279?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/1419210241726925279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=1419210241726925279' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/1419210241726925279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/1419210241726925279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2011/09/os-bons-filmes-ao-cinema-tornam.html' title='Os bons filmes ao cinema tornam'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-zC1rMquuuIc/TndWk9_rg_I/AAAAAAAAAnw/cj2hh4ZVpgc/s72-c/lionking1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-3431170537228683783</id><published>2011-08-16T10:18:00.000-07:00</published><updated>2011-08-16T11:20:43.924-07:00</updated><title type='text'>Nas telonas: Super 8</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-qkUWqycO5h4/Tkqq7-K6DEI/AAAAAAAAAng/gKxEn6bxF-U/s1600/super8jj_spielberg.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 168px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-qkUWqycO5h4/Tkqq7-K6DEI/AAAAAAAAAng/gKxEn6bxF-U/s400/super8jj_spielberg.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5641509430512716866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Gosto por ficções científicas? -Check.&lt;br /&gt;Vício por cinema? -Check.&lt;br /&gt;Acha que a Dakota Fenning é uma atriz que não devia crescer? -Check.&lt;br /&gt;Mania de acreditar em conspirações governamentais? -Check.&lt;br /&gt;Fã de carteirinha do Spielberg? -Muito check!&lt;br /&gt;Só viu o trailer do filme? Totally check.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Desarmada de informações e motivada pela tietagem por Steven Spielberg fui ao cinema conferir Super 8 com a melhor das intenções. Saí 2h depois procurando uma aventura perigosa com a qual pudesse me ocupar e que se concretizaria, no máximo, no caminho escuro e tenebroso do ponto de ônibus até a minha casa.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Super 8 se passa no final da década de 70 e tem como protagonistas seis garotos que testemunham a dramática colisão noturna de uma caminhonete com um trem de carga enquanto tentam gravar um curta sobre zumbis. Diversas ligações os levam a crer que a batida não foi um acidente, enquanto o exército tenta encobrir a verdade revelada no filme da câmera: a existência de outras formas de vida (para não dizer alienígenas, já que soa meio feijão com arroz).&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Vou deixar o filme como dica aqui no blog porque o Spielberg é o dono do Rosebud original, então tem tudo a ver.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Mentira... E verdade.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Sinceramente a dica é porque o longa pode causar em vocês o mesmo efeito que causou em mim, um agradecimento pós-créditos. Super 8 é visivelmente uma produção cinéfila, um filme apaixonado por cinema e, claro, pelo produtor do próprio: Steven Spielberg. É praticamente uma homenagem.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-9Ik_VMl7jqc/TkqoCDKNl3I/AAAAAAAAAnQ/DVJFGlXhbyU/s1600/super8kids.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 154px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-9Ik_VMl7jqc/TkqoCDKNl3I/AAAAAAAAAnQ/DVJFGlXhbyU/s320/super8kids.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5641506236396312434" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Com momentos que lembram grandes clássicos de outras décadas como E.T., Os Goonies, Contatos Imediatos de Terceiro Grau, e Conta Comigo (de Rob Reiner), o longa é uma montagem do que já foi feito de bom, só que de forma renovada. Eu, particularmente, acho mesmo que há muito tempo não produzem um filme tão bom com crianças e a atuação dos atores mirins é de deixar qualquer adulto comendo poeira. Foco na pequena Elle Fanning, a irmã mais nova da atriz Dakota Fenning e que, graças, ainda não cresceu!&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Super 8 me fez ter vontade de voltar àquela época da infância que a gente não mede o perigo simplesmente porque não o consegue ver da forma que realmente é, e age como se tudo –por mais sério que seja- não passasse de brincadeira. O filme singra do drama para a ficção, para a comédia e para um amolecedor-de-corações romance infantil. E com tantos gêneros eu prefiro simplesmente classificá-lo como “nostálgico”, como muitas futuras produções poderiam ser: Releituras novas de grandes épocas do cinema.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Acredito que o diretor J.J. Abrams conseguiu não estragar a surpresa e, com três anos de segredos sobre o longa, alcançou a proposta de despreparar o espectador para que ele pudesse se divertir mais ao ir ao cinema desarmado de muitas informações. Eu não só aprovo como vou tentar adotar mais isso, essa permissão maior do filme poder alcançar quem o vê. Vale a pena.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Como cantaria Cyndi Lauper: &lt;span style="font-style:italic;"&gt;It’s good enogh for me... yeah, yeah, yeah hooo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-3431170537228683783?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/3431170537228683783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=3431170537228683783' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/3431170537228683783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/3431170537228683783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2011/08/nas-telonas-super-8.html' title='Nas telonas: Super 8'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-qkUWqycO5h4/Tkqq7-K6DEI/AAAAAAAAAng/gKxEn6bxF-U/s72-c/super8jj_spielberg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-9220374667775641277</id><published>2011-06-16T07:37:00.000-07:00</published><updated>2011-06-16T07:51:26.937-07:00</updated><title type='text'>Qual a sua trilha sonora?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-qWrnsRQxmuA/TfoYSKnCkgI/AAAAAAAAAms/cMJcqutSLec/s1600/trilhas.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 354px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-qWrnsRQxmuA/TfoYSKnCkgI/AAAAAAAAAms/cMJcqutSLec/s400/trilhas.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5618830185462927874" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Vi a pouco que Eduardo Coutinho tem um novo projeto cinematográfico em vista e desde o momento que li a matéria me transformei em um ser completamente insuportável. Minha lista do msn virou uma seleção de jukebox alheio e acredito que serei bloqueada por justa causa -vulgo chaTici- por alguns usuários em 3... 2...1...&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma estou lançando a pergunta: “&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Se eu te pedisse pra cantar uma música que marcou sua vida o que você cantaria?&lt;/span&gt;” Pelo messenger foi engraçado, eu li desde uma resposta clara e direta, entende-se por “nome da música –artista que canta”, reticências seguidas de um CD completo com uns 15 nomes distintos em gênero e estilo, tem gente que até agora não respondeu (acho que surtou) e recebi até um educado: &lt;span style="font-style:italic;"&gt;"porr*! Me come o c* mas não me pergunta isso!”&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Ou então alguém pode simplesmente me perguntar: Por que você quer saber? Claro, essa é a pessoa do bloqueio... E no fundo ela está certa. Por que eu, reles mortal, tenho o direito de saber uma coisa tão pessoal? Na verdade eu não tenho, meu bem, eu só quero. Por fim, com minha busca online confirmei em alguns minutos que eu não sou Eduardo Coutinho, o cara que tem o poder de tirar as respostas do âmago das pessoas – lembrando que é tirar sem usar a força.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;O que O cara dos ‘filmes de conversa’ (como ele mesmo classifica) vai fazer agora em seu novo projeto é exatamente o que eu tentei miseravelmente reproduzir: Pedir para as pessoas cantarem. A partir da alforria do gogó o cineasta pretende buscar a subjetividade da vida do indivíduo nessas canções. Segundo o Estadão.com.br,  “&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Coutinho achou que pedir a um grupo de pessoas que cantasse uma canção de sua preferência seria um bom modo de fazer com que falassem melhor de si mesmas.&lt;/span&gt;”&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Achei a ideia fantástica e já comecei a desenvolver o proposto, mas não para fazer um filme, mas para conhecer melhor as pessoas que eu gosto e vê-las enlouquecendo, já que as reações se mostraram bem interessantes até o momento.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Então eu pergunto a você e gostaria de ter uma resposta, seja ela como for, em forma de versos, palavrões, de coletâneas completas ou de apenas um nome, sem necessidade de explicação. E pode ser por comentário, e-mail, msn, facebook, twitter, falecido Orkut, sinal de fumaça ou código morse, eu só quero uma resposta. Se é verdade que a vida tem trilha sonora, eu pergunto: Qual a sua?&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Solte o cantor de karaokê que há em você.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Estou esperando o projeto de Coutinho, estou esperando a sua resposta.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-9220374667775641277?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/9220374667775641277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=9220374667775641277' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/9220374667775641277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/9220374667775641277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2011/06/qual-sua-trilha-sonora.html' title='Qual a sua trilha sonora?'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-qWrnsRQxmuA/TfoYSKnCkgI/AAAAAAAAAms/cMJcqutSLec/s72-c/trilhas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-3342782883802644855</id><published>2011-06-07T07:52:00.000-07:00</published><updated>2011-06-07T09:10:34.299-07:00</updated><title type='text'>Entre assuntos ‘distraíveis’ e a busca pelo amor recíproco infeliz</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-3k2tUP4v9RA/Te496_1PP8I/AAAAAAAAAmk/E61qqJTkh1Y/s1600/romance%2B1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 128px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-3k2tUP4v9RA/Te496_1PP8I/AAAAAAAAAmk/E61qqJTkh1Y/s400/romance%2B1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5615493869154025410"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;As pessoas costumam me dizer que eu possuo o dom de distrair meus próprios assuntos, de perder o foco e desviar a conversa para lugares que nem eu conseguiria explicar. Da mesma forma que minhas palavras são marcadas pela fuga da objetividade eu tenho, em algum lugar da minha memória, uma caixinha que guarda o assunto inicial para que ele não seja completamente perdido e possa ser retomado em algum momento da conversa. Retomar um assunto distraído costuma surpreender mais as pessoas do que o fato de distrair-se dele. Foco, Tici, foco. Ontem assisti &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Romance&lt;/span&gt;, um filme nacional de 2008 que conta com basicamente um elenco de monstros e um dos meus diretores preferidos, &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Guel Arraes&lt;/span&gt;. Após ver o filme, deitei na minha cama para dormir e comecei a enumerar em rascunho no celular assuntos distintos que não poderiam ser distraídos se eu fosse escrever sobre o filme. Aqui estou eu, tentando ser coerente com tanto a dizer.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Começo então pela paixão por filmes nacionais. Chega a ser ridículo o sorrisinho bobo que eu fico na boca quando vejo algo como &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Romance&lt;/span&gt; na minha tela, ou seja, serei suspeita até a última linha desse texto.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Quando eu era criança a reclamação habitual era o som do cinema nacional e, há pouco, ouvi uma amiga falar que hoje as pessoas reclamam dos roteiros, das histórias contadas. Então eu provoco quem quiser discutir comigo a encontrar uma história mais bem contada, encaixada e boa de ver que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Romance&lt;/span&gt;. O filme mostra o quanto todos nós buscamos o amor, mas não aquele amor de final feliz, mas àquele construído pelos obstáculos, que dói e que não tem possibilidade de acontecer: o amor correspondido infeliz.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt; A partir do clássico que gerou todos os grandes romances da literatura -entre eles a possibilidade de ter sido a inspiração para &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Romeu e Julieta&lt;/span&gt;- &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Wagner Moura e Letícia Sabatella&lt;/span&gt; protagonizam a reconstrução de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Tristão e Isolda&lt;/span&gt; sobre o palco para a história se tornar real fora dele. Construído com diálogos bem arquitetados que brincam com o texto rebuscado de peças teatrais em meio à história de amor do casal, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Romance &lt;/span&gt;relembra em nós aquilo que quem um dia se apaixonou sabe: O quanto o amor é brega.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;E ninguém esperava essa consideração, eu sei.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Na verdade o que eu ia escrever é o quanto o amor é finito, mas o descrito acima não deixa de ser verdade. Em&lt;span style="font-weight:bold;"&gt; Apenas O Fim&lt;/span&gt;, filme de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Matheus Souza&lt;/span&gt;, o personagem Tom, de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Gregório Duvivier&lt;/span&gt; diz uma frase que eu adoro quando sua namorada reclama que ‘falar de amor é tão clichê’. Ele responde: “Eu acho que falar que falar de amor é clichê é que é clichê.” A pergunta é, existe assunto tão batido quanto amor? E existe alguém, algum dia na vida, que não pense nele? É retórica. O interessante de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Romance&lt;/span&gt; é a forma com que o filme declama e projeta a ideia de que só o amor impossível é amor, que nós amamos não o amor, mas a paixão e a instabilidade constante dela. Afinal, histórias de amor com final feliz só começaram a ser escritas a partir do século XII e até hoje nada é tão romântico e trágico quanto &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Romeu e Julieta&lt;/span&gt;. E, no fim, &lt;span style="font-style:italic;"&gt;“todo amor é verdade e representação ao mesmo tempo”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;O diretor e um dos escritores do longa, &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Guel Arraes&lt;/span&gt;, de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Auto da Compadecida&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Lisbela e o Prisioneiro&lt;/span&gt;, não me decepcionou novamente e vem fazendo no Brasil o que muita gente só enxerga em filmes internacionais, criando uma identidade. Seus filmes tem o seu DNA, é visível. Além de adorar o &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Marco Nanini&lt;/span&gt;, o que não é difícil, ele busca em suas produções assinar diálogos inteligentes, dinâmicos e montar cenários tipicamente brasileiros. Encenando a tríplice Cinema X Teatro X Televisão, ele consegue, em &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Romance&lt;/span&gt;, intercalar provocações e verdades quanto ao meio e, quando tudo parece que vai ficar só no eixo Rio-São Paulo ele nos leva ao Nordeste para as filmagens do &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Tristão e Isolda&lt;/span&gt; brasileiro, em que  os trovadores e senhores feudais se tornam os músicos de cordel e coronéis e Tristão deve ser interpretado por um verdadeiro nordestino.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Vale lembrar que eu sempre fico encantada com os elencos de filmes nacionais que, se duvidar, muita gente nem sabe que estão na prateleira da locadora da rua de casa. Quando Hollywood resolveu refilmar &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;11 Homens e Um Segredo&lt;/span&gt; o burburinho foi geral porque era a produção com o maior número de estrelas da atualidade. Aqui, no Brasil, toda produção tem o peso artístico de, pelo menos, meia dúzia de monstros da atuação e nem por isso as pessoas fazem questão de ir ao cinema ou alugar o filme. Ter &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Wagner Moura, Letícia Sabatella, Andréa Beltrão, José Wilker e Marco Nanini&lt;/span&gt; projetados na mesma tela é algo que todo mundo, um dia, deveria poder ver. É &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Tony Ramos&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Gloria Pires&lt;/span&gt; sendo muito maiores e menos creditados que um &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sr. e Sra. Smith&lt;/span&gt;. É o que a gente tem de melhor se reunindo em uma coisa só e sempre é algo muito bom. O Brasil não é mestre das tecnologias de cinema, das produções que custam a arrecadação pública de uma cidade ou dos grandes números de bilheteria, mas filmes como os de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Guel&lt;/span&gt; me fazem ter cada vez mais certeza de que uma coisa que fazemos e fazemos bem é contar uma boa história, ou protagonizar um bom &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Romance&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Minha enumeração não adiantou muito, os assuntos continuam se/me distraindo. Bom, paciência, um dia eu ainda chego lá.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Bom dia para quem é de bom dia e eu desejo a todos um final infeliz. Afinal, &lt;span style="font-style:italic;"&gt;“os amores desgraçados costumam render belas histórias”&lt;/span&gt;.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-689121d4b0e747c3" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v16.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D689121d4b0e747c3%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1330072964%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D8490828DC4A9B59ABC3660D9B986EF815D943198.563F4368C865FBDBFC53F335E1507D64BD54B9FD%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D689121d4b0e747c3%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D0JUUsf1ywXb3Ofzbegi5glSK0vA&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v16.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D689121d4b0e747c3%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1330072964%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D8490828DC4A9B59ABC3660D9B986EF815D943198.563F4368C865FBDBFC53F335E1507D64BD54B9FD%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D689121d4b0e747c3%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D0JUUsf1ywXb3Ofzbegi5glSK0vA&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-3342782883802644855?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/3342782883802644855/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=3342782883802644855' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/3342782883802644855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/3342782883802644855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2011/06/entre-assuntos-distraiveis-e-busca-pelo.html' title='Entre assuntos ‘distraíveis’ e a busca pelo amor recíproco infeliz'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-3k2tUP4v9RA/Te496_1PP8I/AAAAAAAAAmk/E61qqJTkh1Y/s72-c/romance%2B1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-2187916069300126187</id><published>2011-04-14T06:50:00.000-07:00</published><updated>2011-04-26T10:58:51.632-07:00</updated><title type='text'>Rio – O brasileiro para não brasileiros</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-771QqBr9jJQ/Tab7_zzVAFI/AAAAAAAAAmQ/6U9Z2aBl-K8/s1600/Rio_Blu_cinema.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 175px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-771QqBr9jJQ/Tab7_zzVAFI/AAAAAAAAAmQ/6U9Z2aBl-K8/s400/Rio_Blu_cinema.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5595436660710244434" /&gt;&lt;/a&gt;Quando assisti ao primeiro A Era do Gelo saí do cinema com um sorriso de orelha a orelha e na boca aquele gosto de “quero mais”. A trilogia amadureceu, ganhou o mundo e um brasileiro entrou nessa onda se tornando uma espécie de orgulho da nação por conseguir atravessar a linha imaginária que impede a maioria dos nossos grandes de chegarem aonde ele chegou, Hollywood. Carlos Saldanha virou uma figurinha repetidamente acompanhada de perto por mim, não por fazer um bom trabalho (o que, é óbvio, o faz), mas por ter não só um pezinho no samba, mas também o coração.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Como qualquer bom brasileiro fui ao cinema ver Rio praticamente regada a preconceito, esperando uma história mal contada, um retrato pornochanchado e um samba americanizado de uma nota só. Até concordo com todas as críticas que li em que afirmavam que o filme era exatamente isso, mas mesmo assim fiquei um tanto quanto irritada pelas acusações e, por final, pensei: “Brasileiro não desiste nunca mesmo, nem de ser insuportavelmente chato.”&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Pra quem não conhece a história ela é bem brasileiramente clichê. Blu, a última arara azul macho da sua espécie é extraviado em meio a um contrabando de animais silvestres e acaba se tornando animal de estimação de Linda, uma tímida nerd, bem nerd, de Minnesota. Ela conhece Tulio (que vale ressaltar que é dublado por Rodrigo Santoro em inglês, certo? Na verdade, na versão original e na em português) que a convence a levar seu bichinho ao Brasil para acasalar com a última fêmea da espécie e perpetuá-la. Durante a tentativa de apresentação das aves elas são capturadas por contrabandistas e é aí que começa a sequência de fugas pelo Rio de Janeiro para que Blu reencontre a sua dona.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Seguindo os clichês, tudo acontece durante a semana de carnaval e a sensação que o filme passa é que o país vive para a “maior festa do mundo” (o que não é bem uma mentira em se tratando de Brasil). Como não poderia faltar também, nosso segundo ícone, temos uma cena de perseguição em paralelo a uma partida de futebol entre Brasil e Argentina e somos repetidamente obrigados a ver um Merchant espetacular dos pontos turísticos do Rio de Janeiro. Clichê, pastiche, pastelão. E daí?&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-Sakua8JaKfA/Tab8H4eOqNI/AAAAAAAAAmY/d94FsMJE5oc/s1600/rio.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 167px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-Sakua8JaKfA/Tab8H4eOqNI/AAAAAAAAAmY/d94FsMJE5oc/s400/rio.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5595436799402879186" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Há um tempo li uma crítica do Ruy Castro sobre musicais e ele comentava que o cara vai, vê um musical e sai do cinema reclamando que é ruim porque ninguém sairia cantando profissionalmente no meio da avenida Paulista sendo acompanhado por outros cantores que, por acaso, estavam passando por lá e se contagiaram, por passarinhos que assoviam no ritmo da melodia e mendigos que, no fundo, saíram da academia Bolshoi. Quanto a isso o escritor dá uma patada simples, mas certeira perguntando ironicamente a ele mesmo: “Por que tem que ser assim se na vida não o é? Porque é um musical, idiota.” Claro, não necessariamente nesses termos.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Acho que Rio está para os brasileiros como quem não gosta de musicais está para eles, é puro preconceito. Na verdade depois de ler as críticas à animação eu cheguei a conclusão de que não há preconceito tão grande com o Brasil como o do próprio brasileiro. É obvio que o filme ia explorar os pontos turísticos do país, é óbvio que ia abusar do samba, é óbvio que iria abraçar os clichês. Primeiro porque o nome do filme é Rio e não, sei lá, “Fuga das Araras”, o foco não é a história, é a cidade. E mesmo assim o resultado ficou gostoso de ver. Eu não sei se alguém esperava ver um Tropa de Elite animado, mas fora do país o sistema cinematográfico é diferente e, por mais que tenha sido dirigido por um brasileiro, Rio não é uma animação exclusiva para quem nasceu aqui e, portanto, precisa ser, além de retratista e bonitinho, comercial. Cá pra nós, Tropa de Elite é nosso, é fantástico, é um dos meus Top 10, mas algumas cenas podem ser encaixadas em diversas histórias de diversos países pelo mundo. Tente encaixar Rio, as cores, a trilha que foi de Samba ao Funk singrando até pela Bossa Nova, o Cristo, o Pão de Açucar a qualquer outra história e não vai dar pé. É uma animação de cá para estrangeiros, não o contrário. É turística. E devíamos ficar muito felizes por ninguém ter sido seqüestrado no morro ou termos sido refletidos nas curvas de uma mulata sambando nua. Nós só fomos animados. E de forma caricata, como toda animação deve ser.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Quem for ao cinema ver Rio sugiro que vá sem preconceitos e com um olhar externo, vá como foi ver Madagascar, por exemplo, viajando para onde você não conhece. Aliás, usei o exemplo do longa para abrir uma ressalva de que os macacos ladrões de Rio lembram exageradamente os pingüins da franquia da Dream Works, isso foi bem chato.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Rio é uma animação que vale a pena assistir porque é simplesmente fantástica e gostosa de ver e porque não é nacional e não é estrangeira, é um ponto de equilíbrio que nós também devíamos começar a ter.&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-2187916069300126187?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/2187916069300126187/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=2187916069300126187' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/2187916069300126187'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/2187916069300126187'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2011/04/rio-o-brasileiro-para-nao-brasileiros.html' title='Rio – O brasileiro para não brasileiros'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-771QqBr9jJQ/Tab7_zzVAFI/AAAAAAAAAmQ/6U9Z2aBl-K8/s72-c/Rio_Blu_cinema.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-443792644796442257</id><published>2011-03-21T17:02:00.000-07:00</published><updated>2011-03-21T18:55:15.181-07:00</updated><title type='text'>Cinema com gosto de chocolate meio amargo</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-GpjWxuih4As/TYfowfyjKTI/AAAAAAAAAmI/8wQ6llGxINQ/s1600/Nao%2Bme%2Babandone%2Bjamais%2B2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 148px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-GpjWxuih4As/TYfowfyjKTI/AAAAAAAAAmI/8wQ6llGxINQ/s400/Nao%2Bme%2Babandone%2Bjamais%2B2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5586689782641273138" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Observe um relógio em contagem regressiva. Sinta a impotência de ver o tempo se extinguir e deixe a delicada e cruel hora que não se estica, que não se retarda te fazer perder o fôlego lentamente, como um minuto que demora a passar, mas que nunca se estende mais do que o seu tempo. Assista em câmera lenta os segundos que precedem a bomba que explode e abrace o desespero de só poder ver esse tempo passar. No final o que resta a cada um é o destino de uma só sentença que não pode ser questionada, a morte.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Pois o dead line da vida é o assunto lento e angustiante de Não Me Abandone Jamais, filme do diretor Mark Romanek, baseado no romance homônimo de Kazuo Ishiguro, que tem Keira Knightley, Carey Mulligan e Andrew Garfield no elenco. O filme foi apresentado na Mostra Internacional de Cinema de Londres no ano passado e despertou amores e frustrações na platéia. Pudera. Não que eu seja fã de coisas estranhas, mas, no meu caso –mesmo que ele te faça encarar sorrindo a possibilidade de suicídio- despertou a primeira opção.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;A trama gira em torno da história de vida, ou da meia-vida dos três protagonistas. Educados em um colégio interno rigoroso com o bem estar e a saúde de seus estudantes os três aceitam, sem alarde nenhum, o seu destino: nasceram para ser doadores de órgãos. Filme futurista, certo? Não. Na verdade eles serem apenas defuntos com órgãos utilizáveis é o de menos. Incomoda, mas o buraco é ainda mais embaixo, é social.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;O triângulo amoroso dos personagens traz à tona o egoísmo do ser humano e, para reforçar o conceito, Kathy (Carey Mulligan) fecha o filme com a frase: “O que não sei ao certo é se nossas vidas foram tão diferentes das vidas das pessoas que salvamos”. Não Me Abandone Jamais, para mim, não é um drama que mistura romance e clonagem, ele tem algo mais. Faz a gente pensar no quanto cada um de nós é capaz de fazer ao outro para ser melhor, para parecer melhor ou apenas para sentir isso. Pode parecer piegas, mas a construção de cada diálogo e a lentidão entre uma fala e outra é como um tempo dado a nós para pensarmos na brutalidade, mesmo que sutil, da realidade de um povo que constrói novas tecnologias e busca respostas não pelo bem de todos, mas de si. Um por si e todos por um, não é esse o lema?&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;O filme faz refletir ainda sobre o quanto somos ligados a alguém, a alguma coisa e até ao que tentamos ser. Talvez seríamos pessoas melhores se, como no longa, aceitássemos que somos apenas humanos e que fazemos parte de um ciclo. Possivelmente não sofreríamos tanto com nossas perdas. Claro, é utopia hipócrita da minha parte, logo eu, que não me desfaço nem de cartinhas de colegial.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-map0Mi4RgT8/TYfnxtsh9HI/AAAAAAAAAmA/7L9yJqv-dUg/s1600/NaoMeAbandoneJamais%2B1.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 218px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-map0Mi4RgT8/TYfnxtsh9HI/AAAAAAAAAmA/7L9yJqv-dUg/s320/NaoMeAbandoneJamais%2B1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5586688704042366066" /&gt;&lt;/a&gt;Fora o sentimento, o filme me remeteu a vários sucessos do gênero como A Ilha, Gattaca, Equilibrium e até A Fortaleza, sabe? Aquele clááássico ótimo em que o Christopher Lambert é enviado a uma prisão de segurança máxima. A idéia de ter a vida controlada por outras pessoas já foi muito abordada na Sétima Arte, mas o que há em comum em todos esses filmes é que os personagens lutam para ter o controle de suas vidas de volta, o que não acontece em Não me Abandone Jamais. Eles aceitam o destino de morrer para salvar um zé-alguém, mesmo que você, espectador, deseje uma reviravolta até os últimos minutos.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, é impossível assistir a Não Me Abandone Jamais e, ao fim da projeção, não ter aquela sensação de “cadê meu chão?”. É como sentir vontade de comer chocolate e só ter uma barra de meio amargo. É doce e é o contrário. O filme não é fácil de digerir. Então sugiro que seja visto em um dia comum, sem grandes acontecimentos bons ou ruins e sem uma janela do 25º andar por perto (Vai que dá vontade!). E recomendo o longa porque é sutil, doce e mostra que algo pode valer a pena na sua vida só pelo simples fato de ter acontecido com você. Mais ou menos aquela coisinha clichê que diz que o tempo que as coisas duram não é importante e sim a intensidade. Ou bagunçando poetas eu diria “que seja eterno enquanto dure”, “posto que é chama”. Assim como a própria vida.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Não Me Abandone Jamais foi o vencedor do prêmio de Melhor Atriz (Mullingan) e indicado a Filme, Diretor, Roteiro, Ator Coadjuvante e Atriz Coadjuvante do British Independent Film Awards.&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-443792644796442257?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/443792644796442257/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=443792644796442257' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/443792644796442257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/443792644796442257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2011/03/cinema-com-gosto-de-chocolate-meio.html' title='Cinema com gosto de chocolate meio amargo'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-GpjWxuih4As/TYfowfyjKTI/AAAAAAAAAmI/8wQ6llGxINQ/s72-c/Nao%2Bme%2Babandone%2Bjamais%2B2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-6235466945747795895</id><published>2011-03-14T08:08:00.000-07:00</published><updated>2011-03-14T15:33:49.780-07:00</updated><title type='text'>A representação do belo pelo feio na ponta do gatilho</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-PIaxPSL16aY/TX4xVAsu_zI/AAAAAAAAAk4/LrMgCHuzKG0/s1600/rango%2B1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 151px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-PIaxPSL16aY/TX4xVAsu_zI/AAAAAAAAAk4/LrMgCHuzKG0/s320/rango%2B1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583954825020636978" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Semana passada fui ao cinema despreparada, sem ter lido uma linha a respeito do que ia ver ou escutado uma crítica completa. Ouvi, sim, alguma coisa, mas ecoou na minha cabeça só um nome que parecia estar sendo repetido incessantemente, como se o filme fosse uma biografia: Johnny Depp. Para entrar no clima prefiro escrever que fui ao cinema na estréia de Rango, na sexta-feira, sem nem saber que era a estréia, só por ir, por um convite de última hora, e cometi um erro esquecendo de carregar comigo um acessório imprescindível para um bom faroeste, ou até obrigatório. Digamos que fui ver Rango infinitamente desarmada.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Para quem gosta de cinema ver um filme sem nem saber a trama é quase sinônimo de teoria do caos. Você sente como se estivesse caminhando no escuro, fica hiperativo, agoniado, roendo as unhas, fulo da vida e querendo que aquele sofrimento acabe logo para poder, no todo, entender as partes. E obviamente ler o cast. De qualquer forma, durante o longa eu só conseguia lembrar de uma ligação daquilo com a minha vida: as aulas de História da Arte que tive no primeiro ano de faculdade.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Nem bem na arte, mas na filosofia, Sócrates grifou em algum de seus escritos que “toda a beleza é difícil”. Seguindo nesse pensamento Platão afirmou que a beleza é determinada pela experiência de prazer suscitada pelas coisas belas. Lembro das aulas então, quando o professor escreveu no quadro a pergunta: “O que é belo?”. Bom, em meio a discussões que envolviam Gisele Bündchen e Michelangelo o ponto ao qual chegamos era exatamente acreditar que nem tudo que classificamos como bonito pode ser considerado belo e que o feio é tão idealizado quando o seu antônimo. Para finalizar as citações e retomar o Rango perdido, Giulio Carlo Argan, historiador e teórico da arte, escreveu que o feio é o belo decaído e degradado, mas isso não quer dizer, necessariamente, que tenha deixado de ser belo, acredito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-HFCBJusp8PM/TX4xieooFpI/AAAAAAAAAlA/bJKQaVklnxs/s1600/rango2.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 180px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-HFCBJusp8PM/TX4xieooFpI/AAAAAAAAAlA/bJKQaVklnxs/s320/rango2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583955056394770066" /&gt;&lt;/a&gt; Do início ao fim de Rango eu me impressionei com o quanto eu achei tudo tão belo e mais feio ainda. A animação é simplesmente a melhor que eu já vi e deixo a dica para que as pessoas esperem sair do cinema e aluguem o blu-ray. Deve ser uma experiência única.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Os personagens são detalhadamente perfeitos em toda a sua construção e cheguei a me perguntar se os poucos humanos que aparecem não poderiam ser criados em live action. É humanamente impressionante. Depois de assistir, claro, fui me informar e achei interessante a idéia de que os dubladores fizeram as cenas caracterizados como personagens e em cenários montados, interpretando mesmo. Aí, enquanto Depp cedia sua voz inconfundível para o camaleão sem identidade os animadores assistiam essas gravações e reconstruíam as expressões dos donos das vozes nos personagens. O resultado é belo, é belo, é belíssimo! O camaleão é algo muito parecido com um Jack Sparrow verde.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Fora a beleza o filme é bem estranho.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;A trama é simples e, na minha opinião, se fosse feita como um longa-metragem normal, diga-se com gente e não animado, teria o mesmo impacto. FORA A BELEZA. Nós estamos tão acostumados com animações bonitinhas repletas de personagens caricatos com olhos enormes naquele estilo japonês digno do carisma mundial que quando vemos algo diferente a expressão é de “ahn?”. O filme é feio, sabe? Feio mesmo. Os bichos são feios, as cores são feias, é tudo meio assustador. Mas o feio vai além. Depois de assistir Rango a gente sente falta da ausência de memória da Dory, das trapalhadas do panda Poh, da tagarelice do Burro e do Buzz em versão mexicana. Os personagens de Rango são tão perfeitos 'animadamente falando', tão bem feitos, que falta algo não só no camaleão, mas em todos eles que os deixa ainda mais feios historicamente, falta personalidade. Falta profundidade, ou aquilo que diferencia um de outro. A própria chamada de um dos cartazes do filme diz “Porque se disfarçar se você pode se destacar?” e quando pensamos em um camaleão é instantâneo imaginar algo como o pequeno Pascal de Enrolados se camuflando em tudo. Em Rango, o fato de ele ser um camaleão não o diferencia de uma iguana. Aliás, de um lagarto qualquer. Além disso, os personagens de faroeste são, por si só, tão caricatos que, na animação, todos eles acabaram por ter características iguais e como diz a moral de Os Incríveis: “quando todo mundo for super, ninguém vai ser.”&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma Rango não é, nem de longe, um filme para crianças. A não ser que você esteja com uma vontade louca de acordar de madrugada com seu filho ao pé da cama dizendo que teve um pesadelo com uma cobra usando chapéu de cowboy. Mesmo as ligações que a animação faz com grandes filmes de faroeste e até com Indiana Jones podem não ser percebidas nem por adultos. Ou seja, é demais para gente grande e é pouco para gente pequena. Ganha pela trilha sonora do fantástico Hans Zimmer que fecha a parceria tripla pós-Piratas do Caribe com o diretor Gore Verbinski e seu pupilo ícone Jack Sparrow, Johnny Depp.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Por fim, Rango acaba por ser a arma de uma bala só que atira sem alvo, que perde o rumo do conteúdo. Mas é belo, belo, belíssimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-fXo3lxzhoK0/TX4yAPO7UHI/AAAAAAAAAlI/BrV3bZnlJOk/s1600/rango%2B3.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 238px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-fXo3lxzhoK0/TX4yAPO7UHI/AAAAAAAAAlI/BrV3bZnlJOk/s400/rango%2B3.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583955567656521842" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-6235466945747795895?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/6235466945747795895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=6235466945747795895' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/6235466945747795895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/6235466945747795895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2011/03/representacao-do-belo-pelo-feio-na.html' title='A representação do belo pelo feio na ponta do gatilho'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-PIaxPSL16aY/TX4xVAsu_zI/AAAAAAAAAk4/LrMgCHuzKG0/s72-c/rango%2B1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-4168456536553472533</id><published>2010-12-18T19:46:00.000-08:00</published><updated>2010-12-18T20:31:30.940-08:00</updated><title type='text'>Um capítulo para não ser esquecido: "Claquete - Cinema do Argumento à Estreia"</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;FADE OUT&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do argumento à estreia, um objetivo singular: encontrar o público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cinema brasileiro, sempre rico em identidade e original em ideias conquista espaço na vida dos brasileiros aos poucos. Diferente do mundo do instante Hollywoodiano, que tem cerca de 9 estreias semanais, no Brasil a busca incessante é pela viabilidade financeira e pelo seu público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sétima arte nacional hoje depende das leis de incentivo e é por elas que ela existe. Mas depende também da força de vontade de pessoas que doam o melhor de si em busca de, com baixos orçamentos – comparados aos blockbusters do alto escalão – atingir grandes públicos e tornar real o que é eterno, a história. São centenas de profissionais que dedicam anos em pré, produção e pós para que uma obra seja concluída e que possa ter seu real começo: a plateia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/TQ2BcHIs8tI/AAAAAAAAAjw/KAc14M6Drr8/s1600/fade%2Bout%2B1.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 238px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/TQ2BcHIs8tI/AAAAAAAAAjw/KAc14M6Drr8/s320/fade%2Bout%2B1.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5552236235569558226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na dramaturgia o cinema interpreta o papel perene, aquele que guarda e revela ao mesmo tempo e para sempre a história idealizada, filmada e narrada. No Brasil, o cinema que conquistou plateias com histórias de um caipira jeca e sobreviveu à falta de dinheiro, incentivo e público com as risadas de um quarteto inesquecível, Os Trapalhões, hoje gera filas em algumas estreias memoráveis e cadeiras disputadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos um cinema que exibe na comédia sua prosa e no drama social sua poesia. Que luta para alcançar seu público, ao passo que muitas vezes critica filmes de sucesso. A sua identidade é notória para os olhos do mundo e, muitas vezes, incompreendida pelos nossos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para nós falado em português e para os estrangeiros falado em brasileiro, nossa Sétima Arte é composta por uma aquarela de obras-primas desconhecidas e raras nas salas de cinema como OLHO DE BOI, de Hermano Penna, A MÁQUINA, de João Falcão, ou DURVAL DISCOS, de Anna Muylaert. Mas ainda sim obras que conquistam estrangeiros que falam todas as línguas do mundo, que assistem aos filmes dublados, com legendas, não importa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No compasso das boas ideias os profissionais carregam consigo o ardor de sonhar o impensável e realizar o inconcebível para muitos: convencer que milhões gastos com cinema são bilhões ganhos em formação humana de uma sociedade. A nossa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frente ao ‘estrelismo’ de poucos, surge a sensibilidade humana de muitos que falam de seu trabalho com seriedade e naturalidade e buscam cuidar daquilo que necessitam e que, perceptivelmente, amam: seu ofício, sua arte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/TQ2Bpj8plXI/AAAAAAAAAj4/SMT4EI5I7S0/s1600/fade%2Bout%2B2.JPG"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 241px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/TQ2Bpj8plXI/AAAAAAAAAj4/SMT4EI5I7S0/s320/fade%2Bout%2B2.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5552236466641933682" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As luzes ainda não se acenderam, mas o filme já terminou. Minutos de melancolia que pedem mais uma lágrima, mais um sorriso, mais uma gargalhada ou um respirar fundo para conseguir raciocinar melhor. Mais uma surpresa, uma emoção. Ao entrarmos em um cinema o resto do mundo para, os problemas cessam e nos permitimos embarcar em uma nova realidade, não tão real, mas muito mais próxima de nós que do resto do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A emoção de ler FIM na gigante tela, ao invés de THE END é quase sufocada por luzes que se acendem e nos convidam discreta, porém duramente, a deixarmos a sala que em nossas memórias ainda possui aquele carpete escuro, poltronas vermelhas e cheiro de pipoca. Somos então a pequena plateia que carrega um agradecimento singelo a cada um daqueles nomes que surgem na tela com fundo preto e que auxiliaram, de algum modo, a contar aquela história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São mais de 100 anos de Sétima Arte que ainda fazem a magia do cinema ser algo inexplicável, que não agrada apenas aos olhos, mas a mente, ao coração. É também uma arte de moldar sentimentos e construir vidas artesanalmente, montadas com alicerces de sonhos tão próximos da realidade que chegam a confundir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nós, espectadores, resta a luz que indica a porta de saída e aquela vontade de novamente ouvir as vozes, ruídos, notas musicais. Ver as cores, as luzes, as roupas, os sorrisos transformando uma sequência de minutos em uma sequência de suspiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De nós, cinéfilas, jornalistas e plateia, uma salva de palmas a todos os profissionais, genuinamente brasileiros – ou mesmo adotados por nós – que colaboram para fazer de uma grande história um filme e de um sonho um livro. Ou vice-versa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O texto acima foi extraído do livro-reportagem “Claquete – Cinema do Argumento à Estreia”, produzido  em 2009 como trabalho de conclusão de curso de Jornalismo pela minha sempre parceira Marianna D’Amore e eu. O capítulo em questão encerra o conteúdo do livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheçam outros textos da D'Amore em &lt;strong&gt;http://brazilianfilmfestival.com/blog/&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Quem quiser ler o Claquete, entre em contato com uma de nós.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/TQ2C7A6Ek8I/AAAAAAAAAkQ/P9WdEnOjCRw/s1600/claquete.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 225px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/TQ2C7A6Ek8I/AAAAAAAAAkQ/P9WdEnOjCRw/s320/claquete.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5552237865985151938" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-4168456536553472533?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/4168456536553472533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=4168456536553472533' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/4168456536553472533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/4168456536553472533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2010/12/fade-out.html' title='Um capítulo para não ser esquecido: &quot;Claquete - Cinema do Argumento à Estreia&quot;'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/TQ2BcHIs8tI/AAAAAAAAAjw/KAc14M6Drr8/s72-c/fade%2Bout%2B1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-9072404836531875932</id><published>2010-11-20T14:20:00.000-08:00</published><updated>2010-11-20T14:40:55.351-08:00</updated><title type='text'>Harry Potter e a geração que não gostava de ler</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/TOhKUjnMGhI/AAAAAAAAAhA/Z7xDDZz9Cs8/s1600/harry%2Bpequeno.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 285px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/TOhKUjnMGhI/AAAAAAAAAhA/Z7xDDZz9Cs8/s320/harry%2Bpequeno.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5541761058496846354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Há dez anos foi lançado no Brasil um livro que muitos não gostam, muitos criticam, alguns não entendem e uma legião aclama. Há dez anos eu tinha 13 de idade e, na época, já era uma leitora assídua de boas histórias fictícias. Mas eu não era o senso comum, talvez nem a exceção, não sei me classificar. Hoje, para descrever meus pensamentos voltarei aos 13 anos do meu irmão gêmeo, só assim posso falar (sem querer generalizar) de uma geração inteira. Enquanto eu cresci em meio a gibis da Turma da Mônica e histórias fantasiosas ele gostava mesmo era de destruir coisas. Na verdade, desmontar e remontar para conhecer, mas lembro que ele nunca conseguia remontar e os eletrodomésticos, carrinhos de controle e bugigangas eletrônicas se tornavam algo muito parecido com lixo. Era lindo, mas devastador. Lembro de um dia em que minha mãe quase teve um ataque quando o encontrou no chão da cozinha, desmontando um ventilador. Normal? Claro, se não estivesse ligado na tomada enquanto o fazia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu irmão é um exemplo perfeito de como eu classificaria a Geração Y, a dele, consequentemente a minha. Ligado no 220 e com todas as conecções existentes em modo online, eu tenho a impressão que o cérebro dele raciocina tão rápido que o corpo não acompanha. Vai atrás do que quer e consegue. É criativo, é inovador. Ainda guarda aquela facilidade de trabalhar em equipe que vinha de outras gerações e que vem se perdendo na atual, mas se vira maravilhosamente bem sozinho. Cresceu jogando bola, vendo o VHS passar para o DVD e a fita para o CD, brincando na rua, construindo cabanas, subindo em árvores. Vídeo game? Teve. Um Nintendo de soprar cartuchos que até hoje tem uns joguinhos que eu adoro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu irmão cresceu em uma geração que não via muita graça na literatura que a escola mandava ler e que quando questionado dizia: “Não, eu não gosto de ler”. E lá estava ele de volta as árvores e eletrodomésticos ligados nas tomadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi com 15 anos que me apresentaram a história do bruxo londrino da autora inglesa J. K. Rowling e quando eu passei o livro para frente, para o meu irmão, uma coisa que eu nunca tinha visto aconteceu e foi devastador tanto quanto com os eletroeletrônicos. As 264 páginas foram devoradas em cerca de dois dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parecia ser um acontecimento único e que tinha parado por ali, mas o que ocorreu naquelas páginas lidas em Harry Potter e a Pedra Filosofal criou nele um hábito, e o meu irmão que nunca ligou muito para as palavras que formavam frases sem figuras adquiriu o gosto pela leitura. “Mas é só ficção”, alguns diriam. Eu prefiro chamar apenas de literatura, que ensina a escrever assim como fazem os grandes clássicos que ele não queria ler na escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na semana passada estreou mundialmente nas telonas a primeira parte do fim do que despertou o gosto de ler em uma geração. Harry Potter e as Relíquias da Morte parte I arrecadou mais de $100 milhões em apenas dois dias de exibição nos Estados Unidos e mesmo ainda não tendo muitos números divulgados, no Brasil eu sei que não será diferente. Mas eu não vim falar sobre o filme, o Google está aí para isso. Eu resolvi escrever hoje para levar ao conhecimento de algumas pessoas que não enxergam a importância desse romance para mim, para o meu irmão e para a geração Y.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harry Potter é muito mais do que uma história fantasiosa de magia, vassouras que voam, elfos domésticos e bem contra o mal. Ele, o livro, é um marco da descoberta pessoal de diversas crianças/adolescentes (muitos hoje já adultos) desse gosto pela leitura, pelo ritual de ler, de sentar em um sofá ou deitar de bruços em uma cama confortável com uma luminária acesa, abrir um livro e deixar que a imaginação recrie o que nele vem em forma de palavras. E acreditem, o ritual não é enjoativo. A posição cansa, precisa de alteração constante, mas a leitura segue horas a fio, madrugadas a fio até os dias de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse novo filme, o penúltimo, baseado na primeira parte do sétimo e último livro da série, não é mais a história que prende minha atenção como mágica, como quando eu vi o primeiro filme em 2001. Mas é algo que, visto daqui para frente, alugando ou comprando todos os filmes de uma vez será perdido. É o tempo. Como se tudo ‘magicamente’ tivesse crescido. A geração que aprendeu a gostar de ler com Harry Potter acompanhou arduamente ano por ano o lançamento de cada livro, de cada filme e, assim como os personagens neles registrados, também cresceu, e cresceu com fome de leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando nisso perguntei para a minha mãe sobre a geração dela, a “X”, que acompanhou os festivais de MPB e é conhecida por trabalhar muito, pela racionalidade, por agir em equipe e pensar em família. Sem generalizar ela me disse: “Acho que a minha geração não gosta de ler”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora já se fala de uma nova geração, a do Mc Donnald, do Wii, do Playstation, da TV interativa, da internet móvel. Meus pais cresceram lendo a ficção nos gibis, que meu irmão e eu pudemos acompanhar adaptadas para os cinemas enquanto líamos as histórias de bruxos cheios de princípios. .&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/TOhKeuhbkxI/AAAAAAAAAhI/I-Wd3VHj1Hc/s1600/harry%2Bgrande.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 198px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/TOhKeuhbkxI/AAAAAAAAAhI/I-Wd3VHj1Hc/s320/harry%2Bgrande.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5541761233224176402" /&gt;&lt;/a&gt;A nova geração, que chamo de geração do instante, já vai pegar tudo mastigado, desde as grandes informações mundiais até o velho Harry Potter crescido e comprimido em algumas horas em sua televisão que nem é mais LCD. Eu, na verdade, tenho o maior orgulho de fazer parte da geração que acompanhou tudo isso, que aprendeu a gostar de ler e que –acredito que não seja coincidência– é conhecida por sua criatividade. Eu só espero, sinceramente, que surjam novos Harry Potters, que possam aguçar a vontade de abrir um livro e deixar passar o tempo que hoje não se tem mais&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-9072404836531875932?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/9072404836531875932/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=9072404836531875932' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/9072404836531875932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/9072404836531875932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2010/11/harry-potter-e-geracao-que-nao-gostava.html' title='Harry Potter e a geração que não gostava de ler'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/TOhKUjnMGhI/AAAAAAAAAhA/Z7xDDZz9Cs8/s72-c/harry%2Bpequeno.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-5867111866470330933</id><published>2010-09-29T20:15:00.000-07:00</published><updated>2010-09-29T20:25:03.829-07:00</updated><title type='text'>Religião, política, futebol E cinema não se discutem.</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;Ok, ok. Vamos começar tirando a teia de aranha do trenó do Cidadão Kane. Essa semana inventei uma válvula de escape e vi todos os filmes que estavam passando no cinema dessa grande cidade do interior do MS e pequena em relação as menores de São Paulo. Pasmem. Eram numerosos trêêês longas em exibição e, como se em algum lugar alguém ouvisse minhas preces, havia UM legendado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/TKQCq9Ck5tI/AAAAAAAAAgo/Uw9ZVucvlLk/s1600/nosso+lar.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 234px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/TKQCq9Ck5tI/AAAAAAAAAgo/Uw9ZVucvlLk/s320/nosso+lar.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5522541980026201810" /&gt;&lt;/a&gt;Mas hoje não estou aqui para falar exatamente dos três, mas de situações que geram discussões, que geram opiniões contrárias, que geram críticas. Essa semana duas coisas me chamaram a atenção no mundo cinematográfico nacional, uma foi a indicação do longa Lula O Don... Ops, o Filho do Brasil pelo Ministério da Cultura como representante brasileiro candidato a uma vaga no Oscar e a outra girou em torno da produção e críticas da adaptação do livro do espírita Chico Xavier, Nosso Lar.&lt;br /&gt;Brincadeiras à parte, Nosso Lar me encantou do início ao fim. Eu já havia gostado do filme Chico Xavier, mas admito que tinha receio do que podia ser Nosso Lar por causa das reconstruções, dos efeitos digitais e do uso do Chroma Key. Depois de ir ao cinema e encarar o desconhecido, vejo a experiência como um passo do Brasil para o futuro e fiquei muito orgulhosa do conjunto da obra. Primeiro porque estamos investindo em nós. Por mais que a trilha sonora e os efeitos digitais tenham sido criados por estrangeiros, vejo Nosso Lar como um ponta pé inicial, um teste, um aprendizado que, na minha opinião, está dando certo. Já aviso que vou repelir quem vier discutir comigo que Transformers é mais bem feito que Nosso Lar. Pudera, são 123 milhões de dólares A MAIS em produção. Isso não é discutível, nem comparável. O que vim dizer é que o longa teve o maior orçamento da história do cinema nacional até agora, R$20 milhões, deixando para trás a história do nosso quase ex-presidente, em que foi utilizado cerca de R$15 milhões. E o que isso quer dizer? Que está valendo a pena investir mais em cinema, que o brasileiro está vendo filmes nacionais.&lt;br /&gt;Claro que estamos falando de um público que entra na classe das coisas indiscutíveis, a religião e os espíritas. Mas eu, que não me considero de uma única religião recomendo o longa a quem gosta de um bom filme. Ressalto a cena do Holocausto, achei fantástica. A trilha e a maneira como foi montada me emocionaram e em momento algum vi como falta de respeito a entrada no Nosso Lar das vítimas que carregavam como símbolo a estrela de Davi. Na verdade imaginei bem o contrário e, sinceramente, exatamente o que eu sempre acreditei, que existe apenas uma religião com diversas crenças, mas que, no fim, nos encontraremos no mesmo lugar, sejam Católicos, Protestantes, Espíritas, Budistas, Judeus, etc...&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/TKQC4023O6I/AAAAAAAAAgw/2ZvWg28iub0/s1600/lula_o_filho_do_brasil_xlg.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 220px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/TKQC4023O6I/AAAAAAAAAgw/2ZvWg28iub0/s320/lula_o_filho_do_brasil_xlg.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5522542218347756450" /&gt;&lt;/a&gt;Enquanto eu buscava, após a sessão de Nosso Lar que assisti, o orçamento e críticas do filme para conhecer outras opiniões, percebi que havia um novo rebuliço no cenário de notícias sobre a Sétima Arte nacional. Cineastas criticavam, jurados defendiam e o Brasil ficava sabendo que Lula, O Filho do Brasil foi o filme escolhido para tentar concorrer ao Oscar.&lt;br /&gt;Me desculpem os adeptos, mas antes de criticar penso que um filme, para ser escolhido para representar um país pode, inicialmente, ser escolhido pelo povo. O que não foi bem o que aconteceu. Para quem lembra, em janeiro desse ano, depois de meses de propaganda (quase apelativa, quase política), o longa não teve a repercussão imaginada e até mesmo o triste acidente do diretor Fábio Barreto chamou bem mais atenção no tapete vermelho. Eu vejo sim a grande figura internacional de Lula como um ponto positivo em tudo isso, como disse Fernando Meirelles em entrevista, é um rosto conhecido internacionalmente e isso é importante. Mas tivemos, nesse ano, tantos filmes bons que poderiam representar o país que não acredito que tenha sido a escolha certa. Uma sugestão? Suprema Felicidade, que traz novamente ao cinema Arnaldo Jabor depois de 20 anos sem dirigir. O filme está chegando aos cinemas agora, mas tem um trabalho e história fantásticos. Temos tantas montagens mais simples e igualmente belas nas telas (e sem apelo) que me pergunto se precisávamos mesmo que fosse a tentativa frustrada de um novo Dois Filhos de Francisco que deveria nos representar?&lt;br /&gt;Conheço bem a frase que diz que religião e política não se discutem, mas o progresso que vejo no cinema nacional após Nosso Lar e o retrocesso que sinto com o Lula, o Filho do Brasil nos representando me fazem pensar que a política exercida de forma errada no nosso país pode estar alcançando o cinema, e perguntar “será que mandando nele também?”. É só algo que me incomodou. Mas eu espero sinceramente que não e que, como água e óleo não misturem política e cinema para que a nossa Sétima Arte não perca o que faz dela brasileira, a personalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, e o futebol nisso? Bom, hoje é quarta-feira, dia de jogo na TV e quem quiser procurar nos cinemas está passando Bróder, uma produção nacional com aquele jeitinho brasileiro que mistura a realidade das favelas, Copa do Mundo e amizade. Claro que não vai passar aqui, portanto, espero as críticas de vocês.&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-5867111866470330933?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/5867111866470330933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=5867111866470330933' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/5867111866470330933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/5867111866470330933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2010/09/religiao-politica-futebol-e-cinema-nao.html' title='Religião, política, futebol E cinema não se discutem.'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/TKQCq9Ck5tI/AAAAAAAAAgo/Uw9ZVucvlLk/s72-c/nosso+lar.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-3417387951937435473</id><published>2010-06-06T13:27:00.000-07:00</published><updated>2010-06-07T11:33:20.282-07:00</updated><title type='text'>Mais que apenas um filme na prateleira</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/TAwFPr_qMhI/AAAAAAAAAgE/5HMRBeU37Jc/s1600/apenas.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 263px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/TAwFPr_qMhI/AAAAAAAAAgE/5HMRBeU37Jc/s400/apenas.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5479760613668958738" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Ano passado, mais ou menos nessa época, eu estava no Rio de Janeiro (“andando em Copacabana, assim, com jeito de fim de semana...”) assistindo ao Mulher Invisível no Cine Odeon, lá na Cinelândia, e me encantando com as poltronas vermelhas, o saguão com azulejo xadrez, a cara de cinema antigo misturando o retrô, o cult e o pop. O Isaac, administrador do local, falava incessantemente sobre uma pré-estréia que iria acontecer na outra semana e que seria feita no local, o filme era Apenas o Fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naqueles mesmos quatro dias cariocas eu e minha parceira de TCC conversamos com a coordenadora de marketing da Downtown Filmes, Cristiana Cunha, que falou muito sobre um projeto de um estudante de cinema da Puc Rio que foi abraçado pela produtora da Mariza Leão. O nome? Apenas o Fim. Essa semana eu achei o filme para comprar e já é a quarta vez que eu estou assistindo. Até decorei uma fala aqui, outra ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história é simples e se baseia no fim do namoro dos dois protagonistas, interpretados por Érika Mader e Gregório Duvivier, e o filme todo gira em torno dos diálogos, ou seja, para quem é viciado em boas conversas cinematográficas como eu é fantástico! É triste, é normal, é inocente, é humano, sabe? Uma história de amor ao alcance. Ela resolve fugir e tem exatamente 1h para ficar com ele antes de ir e nesse tempo todo eles relembram, lavam roupa suja, encontram pessoas, blá blá blá. Só a cena do Marcelo Adnet eu achei estranha, mas passa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para um cidadão que viveu a infância e adolescência na década de 90 o filme retoma vários ícones da época, desde pokémon, Corrida Maluca, backstreet boys, Mario Bros, Vovó Mafalda, Bozo à Cavaleiros do Zodíaco e é fácil se identificar com os personagens o tempo todo, é tudo tão natural que parece que foi feito pelo seu vizinho que cresceu com você e fez o roteiro baseado na infância de vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, eu sou suspeita para falar sobre cinema nacional, mas fico cada vez mais feliz em ver filmes como esse, que não têm necessidade de ser polêmicos como um Cidade de Deus e um Tropa de Elite, que também não precisam estar em um patamar cult nacional daquelas produções sem pé nem cabeça e muito menos sem um final plausível. É apenas um filme de dia-a-dia, de convivência, daqueles que você assiste a qualquer momento, só por gostar. É um filme autobiográfico meu, seu, de quem quiser pegar para si.&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-3417387951937435473?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/3417387951937435473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=3417387951937435473' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/3417387951937435473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/3417387951937435473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2010/06/mais-que-apenas-um-filme-na-prateleira.html' title='Mais que apenas um filme na prateleira'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/TAwFPr_qMhI/AAAAAAAAAgE/5HMRBeU37Jc/s72-c/apenas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-5499492467721990542</id><published>2010-05-25T07:03:00.000-07:00</published><updated>2010-05-25T07:41:18.404-07:00</updated><title type='text'>O Mundo Imaginário de Terry Gilliam</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/S_vcpJpmMSI/AAAAAAAAAf8/yzjXwFsdz58/s1600/parnasus.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 270px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/S_vcpJpmMSI/AAAAAAAAAf8/yzjXwFsdz58/s400/parnasus.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475212371522105634" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;blockquote&gt;Sempre fui fissurada por contos de fadas e finais felizes. Ponto. Em 2005, por isso e pelo livro que leva o nome dos dois e que guardo como relíquia em casa desde 1997, quando, ainda criança escrevi: “Favor não estragar esse livro, ele é muito importante para mim”, resolvi ir ao cinema e assistir ao &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Os Irmãos Grimm&lt;/span&gt; de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Terry Gilliam&lt;/span&gt;. Lembro que ainda estávamos na década passada do Cine Ouro Branco, quando as poltronas já não eram mais conservadoras e o som já beirava o 5.1. A sala estava vazia e eu fiquei dias pensando naquele filme, nos elementos que o ligavam às histórias de Chapeuzinho Vermelho, Rapunzel, Bela Adormecida, A Princesa e o Sapo, João e Maria, blá blá blá.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Há mais de um ano, passando pela sessão R$12,99 da Americanas eu agarrei um &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;12 Macacos&lt;/span&gt;, também de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Terry Gilliam&lt;/span&gt;, e simplesmente adorei. Mas fiquei com aquela história toda de teoria do caos como uma pulga atrás da orelha, pensando como o mesmo diretor assinou produções tão diferentes.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Aí, quando vi uma chamada de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus&lt;/span&gt; e, posteriormente, acompanhei as indicações ao Oscar, não parei quieta enquanto não assisti ao filme e... Ah... Que &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Terry Gilliam&lt;/span&gt; não é lá um diretor muito normal todo mundo sabe, que ele adora um tipo &lt;span style="font-style:italic;"&gt;nonsense&lt;/span&gt; também. Mas eu posso estar sendo adiantada nas minhas conclusões, achei que a produção deixou a desejar.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Antes de qualquer coisa vou corrigir o comentário, a produção não deixoooou a desejar, aliás, ela foi fantástica. O filme é muito bem produzido, os efeitos são perfeitos e, se assistido no cinema deve, sim, pegar uns queixos caídos na platéia. Mas o roteiro me deixou com cara de paisagem.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Vamos parar para pensar... O que você espera de um filme que mistura o diabo, um contador de histórias, teatro, um mundo imaginário, um homem que aparece pendurado pelo pescoço e uma aposta por algumas almas? No mínimo algumas bizarrices e uma explicação boa no final, ou um final bom. Ao contrário do azar que &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Terry Gilliam&lt;/span&gt; tem, que já virou tabu e que chegou ao clímax em O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus com a morte do ator &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Heath Ledger&lt;/span&gt; no meio das filmagens, acredito que (infelizmente) o que deu certo no filme foi a morte de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Ledger&lt;/span&gt;. Homenageado pelos amigos &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Johnny Depp, Jude Law e Colin Farrel&lt;/span&gt;, o ator foi substituído por eles nas cenas em que estava dentro do espelho, dando ao seu personagem a cara de alguém sem cara, cara de pau, duas caras, sei lá.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;O filme me fez mais uma vez pensar no 3D e nos efeitos especiais, além de fazer eu me perguntar se no futuro teremos bons roteiros ou apenas bons efeitos. Eu posso estar sendo conservadora, mas fico com os roteiros, com os diálogos que surpreendem, com as histórias que nos enlaçam e com os momentos que nos passam a perna e nos fazem pensar: "Eu nunca imaginei que isso pudesse acontecer". &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus&lt;/span&gt; não é o primeiro a me fazer pensar nisso e acredito que não será o último.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Há uma cena no filme em que &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Parnassus&lt;/span&gt; (&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Christopher Plummer&lt;/span&gt;) e o diabo conhecido como &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Nick&lt;/span&gt; (&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Tom Waits&lt;/span&gt;) falam sobre o fim das boas histórias, das histórias bem contadas, que fazem a imaginação parecer real. Os dois discutem o início de uma era tão racional que ninguém mais vai ter tempo para sonhar ou acreditar em um conto bem contado. Essa cena, para mim, coube perfeitamente na ideia que tenho tido do cinema atual. Será que um dia os efeitos serão tão fantásticos que as coisas simplesmente vão estar visíveis para todos de forma unilateral e tão clara que não precisaremos mais sentir, ouvir ou imaginar? Eu, sinceramente, espero que não.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-5499492467721990542?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/5499492467721990542/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=5499492467721990542' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/5499492467721990542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/5499492467721990542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2010/05/o-mundo-imaginario-de-terry-gilliam.html' title='O Mundo Imaginário de Terry Gilliam'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/S_vcpJpmMSI/AAAAAAAAAf8/yzjXwFsdz58/s72-c/parnasus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-8635155390434577895</id><published>2010-05-10T09:55:00.000-07:00</published><updated>2011-03-14T11:38:13.797-07:00</updated><title type='text'>Noticiando a Sétima arte</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;Como ando sem tempo e deixando alguns leitores na mão, de tantos em tantos vou postar algumas coisas sobre a Sétima Arte, mostrar que não morri, certo? I'll be back.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Inácio Araújo pergunta: "O 3D vai durar?"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/S-hLVZ0GemI/AAAAAAAAAfk/UDI_4tZ3x9E/s1600/alice1.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 129px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/S-hLVZ0GemI/AAAAAAAAAfk/UDI_4tZ3x9E/s200/alice1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5469704578520218210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;"Saí do "Alice" ontem pensando se realmente o 3D vai emplacar.&lt;br /&gt;Ou antes: vai emplacar em espetáculos infantis ou semi-infantis, animações, coisas assim. Isso é certo. Mas para o restante será que se aguenta?&lt;br /&gt;Primeiro, acho uma chatice colocar aqueles óculos incômodos para ver o filme.&lt;br /&gt;Segundo, a mim pelo menos, o processo cansa a vista. No "Avatar" senti isso claramente. No "Alice", menos, mas o filme é bem mais curto.&lt;br /&gt;Terceiro, fiquei com a impressão de que as virtudes do "Alice" independem do 3D, enquanto uma parte considerável de seus problemas vem de lá.&lt;br /&gt;É como se houvesse toda uma adaptação para que os efeitos funcionem melhor."&lt;/span&gt; [...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;http://inacio-a.blog.uol.com.br/arch2010-05-09_2010-05-15.html#2010_05-10_13_06_50-135949845-0&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Já Ana Maria Bahiana rebate e "des-rebate" o 3D&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;"O 3D veio mesmo para ficar- por um algum tempo, pelo menos. O Hobbit – que começa a ser filmado em junho na Nova Zelândia- será 3D. Numa entrevista recente, Steven Spielberg me disse que está convencido da importância do 3D como “uma ferramenta a mais” para o realizador. Mas ele acha que a coisa não vai parar aí: “A verdadeira mudança será a experiência completamente imersiva e interativa, obtida através de capacetes de realidade virtual.” Ele parou um pouco para pensar e depois acrescentou: “Fica dificil comer pipoca com esses capacetes. E infelizmente vai ser muito individual e isolante, vamos perder o senso de comunidade dos cinemas.” Também acho…. (e vocês?)"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;http://anamariabahiana.blog.uol.com.br/&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;O Cineasta das platéias mais perto de nós?&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/S-hK8X6SSJI/AAAAAAAAAfc/XiPvF1FjOm4/s1600/mazzaropi1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 148px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/S-hK8X6SSJI/AAAAAAAAAfc/XiPvF1FjOm4/s200/mazzaropi1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5469704148512557202" /&gt;&lt;/a&gt;Os filmes da Companhia Cinematográfica Vera Cruz, considerado o primeiro estúdio de cinema profissional no Brasil, podem agora ser assistidos gratuitamente na internet. Quem disponibiliza o importante e histórico acervo é a Elo Company, empresa especializada em mídias digitais e distribuição de conteúdo audiovisual, fazendo uma importante contribuição não apenas aos fãs do cinema, como ao patrimônio histórico e cultural do país.&lt;/span&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;http://www.omelete.com.br/cinema/acervo-da-vera-cruz-pode-ser-assistido-gratuitamente-na-internet/&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;E como não poderia deixar de comentar, sobre Vera Cruz e Mazzaroppi talvez D'Amore possa comentar, eu só espero que a possibilidade do Brasil se aproximar da história do seu cinema possa nos ajudar a valorizá-lo. E o 3D é o 3D, já Alice não é grande coisa. Há um tempo, dois anos mais ou menos, escrevi um artigo chamado "Pela não banalização da pipoca", agora estou pensando em escrever "Pela não banalização do 3D", já já vai virar carne de vaca. (Espero que até lá o cinema de Dourados tenha aderido a ele, pelo menos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda no giro pelas telonas várias coisas por aí, A Hora do Pesadelo (fui procurar o primeiro filme, de 1984 para alugar, não tinha ¬¬. Penso que os remakes servem apenas para dar um empurrãozinho nas produtoras para que passem o original para DVD, estou no aguardo), Homem de Ferro II (O I é melhor, os diálogos do II continuam bons, mas faltou ação), Almodovar vai dirigir Antonio Bandeiras, o próximo filme do Batman está no forno, Transformers, Missão Impssível IV. Agora eu pergunto, tem algum novo filme sendo feito? Estamos na era das sequências.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/S-hKlXCKYBI/AAAAAAAAAfU/DpXz57ZVUEo/s1600/stitch.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 149px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/S-hKlXCKYBI/AAAAAAAAAfU/DpXz57ZVUEo/s200/stitch.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5469703753140166674" /&gt;&lt;/a&gt; Para finalizar, a minha sugestão é Chico Xavier, que tirando um &lt;span style="font-style:italic;"&gt;chroma key&lt;/span&gt; zoado na cena da cachoeira, é fantástico. E para quem gosta de monstros destruidores de cidades (fico imaginando o Stitch gritando "Raaaaurr" e empurrando prédios de brinquedo), vem aí um novo &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Gód&lt;/span&gt;zila, que emoção, hãn. Aí sim, fomos surpreendidos novamente.&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-8635155390434577895?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/8635155390434577895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=8635155390434577895' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/8635155390434577895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/8635155390434577895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2010/05/noticiando-setima-arte.html' title='Noticiando a Sétima arte'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/S-hLVZ0GemI/AAAAAAAAAfk/UDI_4tZ3x9E/s72-c/alice1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-3297067074563658348</id><published>2010-02-09T19:33:00.000-08:00</published><updated>2010-02-25T14:19:00.488-08:00</updated><title type='text'>Terror com pitada de comédia, ou vice-versa - Zombieland</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt; &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/S3Ir9Q4BCQI/AAAAAAAAAfA/hCFBVgfBsEw/s1600-h/zombieland04.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/S3Ir9Q4BCQI/AAAAAAAAAfA/hCFBVgfBsEw/s320/zombieland04.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5436456031691540738" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Comedores de cérebros, perseguidores incontroláveis, defuntos condicionados, zumbis. Desde pequena (com minhas ‘medrosisses’ à parte) nunca gostei da raça dos morto-vivos, mesmo aqueles que hoje eu acharia engraçados e que apareciam em &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Volta Dos Mortos-Vivos&lt;/span&gt; (Dan O´Bannon) clamando por cérebro, mordendo cabeças e, consequentemente, produzindo um som de mordida não muito diferente de um sapato achatando uma barata. Algo como “Plac”. No entanto, fui surpreendida com um início de 2010 cheio de comentários sobre uma produção do gênero terror, incrementado pela comédia - ou vice-versa - e recheado de cadáveres sedentos por carne...viva.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Zombieland&lt;/span&gt; realmente me apanhou desarmada quando fui assisti-lo e, não ser pego assim, segundo o filme, é uma das regras fundamentais para a sobrevivência quando a grande maioria dos seus vizinhos, no lugar de um amistoso ‘bom dia’, vão tentar te comer. O filme não pode ser considerado algo mais que um passatempo, devo alertá-los, mas mesmo sem um enredo bem definido com início, meio e fim, acredito que há anos eu não via um longa de humor negro tão inocente, tão divertido e tão bem feito. Possivelmente o filme &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Todo Mundo Quase Morto&lt;/span&gt; (Edgar Wright ), de 2004, é o mais próximo.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Que o diretor &lt;span style="font-style:italic;"&gt;George A. Romero&lt;/span&gt; iniciou a Sétima Arte na ‘zumbilândia’ com seu &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Noite dos Mortos Vivos&lt;/span&gt; todo mundo sabe. Mas tente assistir ao filme de 1968 com um olhar contemporâneo e, no mínimo, você vai se perguntar onde começa e termina a história no meio daqueles defuntos ambulantes e dos personagens que simplesmente surgem. Foi me fazendo lembrar disso que os roteiristas de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Zombieland&lt;/span&gt; (Rhett Reese e Paul Wernick) e o diretor iniciante (Ruben Fleischer) começaram a chamar a minha atenção, ali, naquele ponto em que eu senti falta de uma trama propriamente dita. Ao ver o filme é bem possível imaginar que alguém teve uma idéia relacionada à meia dúzia de pessoas que sobreviveram a uma epidemia que transformou todos os seres humanos em mortos vivos e a partir daí... Bom, a partir daí o diretor disse: “Vamos filmar assim e ver o que vai acontecer.” Foi mais ou menos essa a minha sensação.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;É ao som de Metallica - “&lt;span style="font-style:italic;"&gt;For Whom The Bell Tolls&lt;/span&gt;” que Columbus, (Jesse Eisenberg) um típico adolescente nerd, abre as primeiras cenas do longa narrando as regras –que criou- para sobreviver em uma cidade em que o único ser humano não afetado pela praga dos mortos vivos possivelmente seja ele. Condicionamento físico, atirar duas vezes, não esquecer o cinto de segurança e não bancar o herói fazem parte de suas anotações, que citam superficialmente o principal motivo de sua sobrevivência, ou o seu modo de vida, o isolamento.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Ao sair à procura de seus pais, que vivem na cidade de Columbus, o adolescente se torna companheiro de viagem de Tallahassee (Woody Harrelson), um homem que equilibra a covardia do garoto ao seu gênio explosivo, durão e principalmente sem um pingo de sanidade. É engraçado como &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Woody Harrelson&lt;/span&gt; está ficando marcado por seus personagens carismáticos, fortões e bobos. Desde &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Mera Coincidência&lt;/span&gt; (Barry Levinson) não consigo vê-lo de outra forma. Acho que impagável seria a palavra, ele fica ótimo no papel.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;É na contínua tentativa de sobreviver que os personagens acabam encontrando as irmãs Wichita e Little Rock (Emma Stone e Abigail Breslin), que sem dúvida estão mais preparadas que eles para encarar os mortos vivos. Aliás, fiquei assustada ao ver o quanto &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Abigail Breslin&lt;/span&gt;, a eterna e que deveria ser pequena &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Miss Sunshine&lt;/span&gt; cresceu em apenas três anos. Em &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Zombieland&lt;/span&gt; ela não é apenas uma garotinha fofa de doze anos, ela é uma garotinha fofa de doze anos que carrega uma arma e não hesita em puxar o gatilho.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;O interessante do filme é que quanto mais humanos aparecem, menos ‘zumbilesco’ ele fica, fazendo até você esquecer o tema em alguns momentos e apenas se divertir com as presepadas dos quatro personagens. E acredito que o diretor também acertou nesse ponto, em mostrar que quando não há outra opção é preciso seguir em frente da melhor maneira, fazendo comédia. De qualquer jeito, o espectador não critica a trama maluca porque, sem dúvida, está se divertindo demais para isso.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;É a dicotomia dos personagens que faz cada diálogo bobo, engraçado. O anfitrião infantil e obcecado por bolinhos, a garotinha madura e segura, o garoto medroso, regrado e cheio de cautelas e a adolescente golpista e fria (destoando o par nerd), munidos pelo humor negro adotado na forma com que eles exterminam os zumbis –no caso de Harrelson principalmente–, como se fossem sacos de batata ambulantes e não pessoas. Para dar o toque final, as falas são repletas de analogias ao mundo pop atual - a atriz e cantora &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Hanna Montana&lt;/span&gt;, por exemplo -, o que não tira a graça de uma frase idiota retirada de algum filme que não seja lançamento, como quando &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Harrelson&lt;/span&gt; vai se despedir de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Eisenberg&lt;/span&gt; e diz algo como “&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Vai lá, porco.&lt;/span&gt;” que, para quem não lembra, é a frase dita pelo fazendeiro Hoggett para seu porquinho pastor em &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Babe, O Porquinho Atrapalhado&lt;/span&gt; (George Miller).&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Durante as filmagens os atores abusaram de improvisações e, por isso, adicionaram diversas falas aos seus personagens, o que pode ter sido o motivo do tom informal da produção. Mas nada se compara a surpresa que foi guardada a sete chaves até o dia do lançamento e que, se você não gostar de spoilers, pare de ler por aqui. A participação especial do ator &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Bill MurrAy&lt;/span&gt; interpretando ele mesmo deixa o espectador desacreditado, se questionando de que modo aquilo foi possível, de onde eles o tiraram e o porquê. Eu diria que quando você acha que eles não podem mais inventar algo completamente insano eles conseguem passar desse patamar e fazer uma homenagem ao ator em seus... Sei lá... Sete minutos de aparição, com direito a trilha sonora e sátiras de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Os Caça-Fantasmas&lt;/span&gt; (Ivan Reitman) e da própria carreira de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;MurrAy&lt;/span&gt;. Não se assuste se a cena terminar e você se pegar rindo com cara de interrogação. Aliás, acredito que, para &lt;span style="font-style:italic;"&gt;MurrAy&lt;/span&gt;, o filme foi uma ótima sacada para chamar atenção para que vem por aí, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Os Caça-Fantasmas 3&lt;/span&gt;.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;No mais, o filme é realmente uma boa pedida para esse início de ano e só tem um probleminha, você não espera que ele termine e, quando acontece, fica aguardando uma possível continuação. Mas, como é preciso se contentar com os 80 minutos da produção e repetindo o que diz Tallahassee várias vezes no decorrer do longa, aproveite as pequenas coisas, pois é a união delas que faz de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Zombieland&lt;/span&gt; um bom filme.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Ah! Não esqueçam de esperar os créditos finais. Há também uma pequena coisa ali.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;"É hora de enloquecer ou emudecer!" - Tallahassee&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-3297067074563658348?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/3297067074563658348/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=3297067074563658348' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/3297067074563658348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/3297067074563658348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2010/02/terror-com-pitada-de-comedia-ou-vice.html' title='Terror com pitada de comédia, ou vice-versa - Zombieland'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/S3Ir9Q4BCQI/AAAAAAAAAfA/hCFBVgfBsEw/s72-c/zombieland04.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-332708550537474162</id><published>2009-08-17T20:23:00.000-07:00</published><updated>2009-08-17T20:25:45.203-07:00</updated><title type='text'>Terror, Trash, Terrir. O retorno de Sam Raimi</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/Sooe9n0YU1I/AAAAAAAAAZI/mlf5EejvRiE/s1600-h/dragmetohell_01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/Sooe9n0YU1I/AAAAAAAAAZI/mlf5EejvRiE/s320/dragmetohell_01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371139549602272082" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Domingo a tarde, dia de cinema, sessão relaxo, Domingão do Faustão, ou, para os um pouco mais ousados e com o estômago nada fraco a Sétima Arte apresenta desde a semana passada o retorno do rei. Nada de Senhor dos Anéis e Aragorn, não, o que vem por aí é o rei do Terror Trash anos 80, o Terrir, Sam Raimi (Aquele mesmo, das premiações do Homem Aranha).&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Sinceramente, eu saí do cinema com um sorriso de orelha a orelha, mas acho que fui a única. Meus acompanhantes esperavam realmente um banho de sangue no estilo Tarantino, sustos escandalosos e o pavor dando nos nervos. Admito, os sustos bem que não deixaram a desejar, mas o conjunto da obra Arrasta-me Para o Inferno foi um pouco além e, para mim, conseguiu uma coisa quase impossível em filmes de terror, um equilíbrio, nojento, porém equilibrado.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Para quem não lembra, na década de 80 Sam Raimi criou a apavorante série Uma Noite Alucinante (Evil Dead, A Morte do Demônio) que, por outro lado, conseguiu também ser uma das mais divertidas além de precursoras do terror “terrir”. Nesse oooutro século da história do cinema, a veia cômica do diretor continua intacta, com aquele mesmo estilo irritante de terror que não faz ninguém nem pular nem rir na poltrona e sim perguntar num tom incrédulo: “O que é isso?”, ou “WTF???”. No fim, dá no mesmo. Como eu disse, ele equilibra o medo e o riso.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Aliás, sem dúvida a maioria das pessoas que virem o filme vão sair muito bravos porque tinham a expectativa de terminar a sessão sendo confundidos com as poltronas de tanto se afundarem nelas. Se essa for a sua única intenção, esqueça. Maaas, se você for alguém com um pouco menos de preconceito cinematográfico e que assuma que qualquer programa de índio te divirta, vá fundo. Arrasta-me Para o Inferno é um programão de índio intenso. Vai lhe render bons sustos e, de quebra, belas caras de bobo. Só para fazer um comentário sobre ver o filme no cinema ou alugar depois nas locadoras, vejam no cinema. O som ajuda (e muito) a dar aquele clima de terror e, para quem não gosta de terrir, vai realçar o susto e valer o preço do ingresso. Se vocês não entenderam a mensagem ainda, VÃO ASSISTIR! Esse post quer dizer pura e exclusivamente isso, sendo você um neurótico viciado em O Exorcista, Seven, A Noite dos Mortos Vivos ou Todo Mundo Um Pânico, vá.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SoofDWC2pII/AAAAAAAAAZQ/wFGCsx3BLFI/s1600-h/arrasteme03.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SoofDWC2pII/AAAAAAAAAZQ/wFGCsx3BLFI/s320/arrasteme03.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371139647910356098" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sam Raimi, que no fundo odeia filmes de terror, abusou das maldições, crenças e bizarrices nesse filme. E quando falo em bizarrices falo daquelas bravas mesmo. O diretor não poupou gosmas, insetos asquerosos e vômitos desnecessários –que aliás, todos tinham um imã fortíssimo para pararem na boca da protagonista Alison Lohman, a garota que uma única vez decidiu ser gananciosa e escolheu a vítima errada para isso.&lt;br /&gt;Além do longa ter as características exigidas para dar um bom susto, todas as cenas são muito bem produzidas e, mesmo o final sendo um tanto previsível, foi um bom final feliz/infeliz/feliz... Depende do ponto de vista. Eu penso que foi feliz, visto pelo lado de que eu poderia respirar novamente depois. Não é lá um daqueles terrores que te dão muito tempo para acalmar os ânimos, sabe? Daqueles que você vê o dia amanhecer, se ajeita na poltrona e pensa “Uff, ainda bem que agora as coisas só voltam a acontecer de noite”. Não, o demônio não faz distinção dos horários mais assustadores.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;O filme teve uma sessão especial em Cannes esse ano com todo o glamour envolvido e ainda conta com o ator Justin Long, que não sei porquê eu adoro, acho que me lembra alguém.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Bom, essa é minha dica, me desculpando pela ausência de posts e não tendo desculpas suficientes para que seja desculpada. Espero, sinceramente, que a moda Terrir retorne, eu adoro.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ahhhh. A Revista Set desse mês trouxe um especial 100 filmes mais assustadores de todos os tempos. Já fiz minha listinha dos que ainda não vi para passar na locadora essa semana. A Volta dos Mortos-Vivos (George Romero) de 1968, O Iluminado (Stanley Kubrick) de 1980 e Psicose (Alfred Hitchcock) de 1922 apavoram sobre o pódio em primeiro, segundo e terceiro lugar respectivamente, apontando, para mim, aquela velha frase “Não se faz mais filmes (de terror) como antigamente”. Há!&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Dêem vocês também suas opiniões, na minha, Poltergeist deveria estar no topo, ou bem próximo dele e bem longe de mim. Um bom e assustador agosto a todos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-332708550537474162?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/332708550537474162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=332708550537474162' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/332708550537474162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/332708550537474162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2009/08/terror-trash-terrir-o-retorno-de-sam.html' title='Terror, Trash, Terrir. O retorno de Sam Raimi'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/Sooe9n0YU1I/AAAAAAAAAZI/mlf5EejvRiE/s72-c/dragmetohell_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-1293184293592185683</id><published>2009-05-24T19:05:00.000-07:00</published><updated>2009-05-24T19:38:23.253-07:00</updated><title type='text'>Um giro pelas telonas.</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;Bom, aí vão umas dicas, ou umas críticas de alguns filmes que andei assistindo essas semanas e que ainda podem ser “arrebatados” por ai. Bom, como sou contrária a preconceitos cinematográficos antecipo aqui que REALMENTE assisto qualquer tipo de produção, até o filme do Corinthians (e quem me conhece sabe o quanto isso é adverso), “Fiel”, é só tocar a campainha aqui em baixo ou dar uma ligada.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Eu sempre dou uma lida na Set aqui em casa antes de escrever algo porque sempre tem uma curiosidade bacana, hoje não terá. As minhas últimas edições se extraviaram pelo meu quarto e devem aparecer nos próximos dias. Paciência...&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Tava dando uma olhada no www.adorocinema.com.br e constatei que eu assisti os três primeiros filmes do ranking Top 10 de 15 a 17/5, então acho que os comentários podem servir para algumas escolhas.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Na primeira posição: Anjos e Demônios&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/Shn_Cqv8lmI/AAAAAAAAAYI/S-wzPAUOxMU/s1600-h/angelsanddemons.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 236px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/Shn_Cqv8lmI/AAAAAAAAAYI/S-wzPAUOxMU/s320/angelsanddemons.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339579254524647010" /&gt;&lt;/a&gt;O escritor Dan Brown derrubou o mutante das garras de aço em uma semana. Maior bilheteria do País, Anjos e Demônios segue a mesma linha do Código Da Vinci, mas, na minha opinião, a sequência se saiu melhor que o primogênito (lembrando que, na ordem cronológica literária, Código da Vinci é sequência de Anjos e Demônios, não o contrário).&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Li o livro há mais de cinco anos e confesso que não lembrava de todos os detalhes, na verdade não lembrava de quase nada, nem da bomba que destruiria o Vaticano. O que tinha na memória tinha porque li o Best Seller na época em que o Papa João Paulo II faleceu e acompanhei o conclave real nas telinhas e o conclave ficcional de Dan Brown. Imagina uma leitora empolgada tendo algo para alimentar a criatividade, eu estava insuportável.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Para quem nunca leu o livro a história pode dar aquela canseira cerebral que acontece quando se tem milhares de informações ao mesmo tempo, para quem leu, isso também pode acontecer. Infelizmente Ron Howard não poderia mesmo mostrar todos os detalhes de forma lenta, ou o longa, que não é nenhum filminho de 1:30h, duraria 5h.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Nunca fui a favor de Tom Hanks no papel de Robert Langdon, quando li o livro imaginava um galã, não o Forrest Gump –a imagem do Forrest sempre vai ser Tom Hanks para mim-. Acredito que esse tipo de filme, assim como Senhor dos Anéis, Harry Potter, Diário de Bridget Jones precisam ter como protagonistas atores desconhecidos, porque ser protagonista de um “Mais Vendido” vira uma marca para toda a vida e não se é marcado se já se tem uma marca, vira bagunça.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Mas o filme é uma boa pedida, ficou muito melhor que o primeiro -que sinceramente me decepcionou- e vale ser visto pela fotografia do Vaticano, necrópole, Anjos, Demônios, passagens secretas, ligações históricas, ufa. Quase não dá para respirar. E claro, adoro Audrey Tatou (que fez a ‘mocinha’ do primeiro longa, Sophie Neveu) e sua Amèlie Poulain, mas Ayelet Zurer como Vittoria Vetra ficou muito mais semelhante com o que eu imaginava lendo o livro.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Seguindo o fluxo: Wolverine.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/Shn_8qwgTUI/AAAAAAAAAYY/h40TE3bbvQM/s1600-h/wolverine_filme.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 229px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/Shn_8qwgTUI/AAAAAAAAAYY/h40TE3bbvQM/s320/wolverine_filme.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339580250959400258" /&gt;&lt;/a&gt;Quem acompanhou a história nos quadrinhos da Marvel odiou, quem nunca leu nenhuma delas, gostou, quem gosta de uma aventura e de ver os mutantes no SBT enquanto almoça, vai adorar. Eu gostei da produção, mas achei a história um tanto água com açúcar. Não vou escrever tanto porque conheço até que superficialmente bem a história, comparando-me a leigos, mas se algum fissurado em X-men resolver ler isso eu vou apanhar. Então prefiro não me atrever. Entendo um pouco mais de Homem-Aranha e Homem de Ferro, mas como vem mais produção por aí e pretendemos chegar aos Vingadores, vou me informar melhor.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;O que percebi é que a Marvel tentou linkar algumas histórias e se perdeu em outras. Teve uma necessidade de fazer aparecer milhares de mutantes que, se tirados da história, não fariam diferença alguma. Apenas diminuiriam o glamour da trama e o frissón de apaixonados pelo Gambitt, por exemplo, como eu.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Diria então que a Marvel se perdeu um pouco na proposta e inventou histórias desnecessárias, mas entendo a dificuldade de tratar com fãs, deve ser complicado agradar a todos tendo limites na produção, nem todo mundo entende. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Terceiro colocado: Divã.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/Shn_jztXbuI/AAAAAAAAAYQ/-RG5HtFEe18/s1600-h/diva_filme.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 284px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/Shn_jztXbuI/AAAAAAAAAYQ/-RG5HtFEe18/s320/diva_filme.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339579823865425634" /&gt;&lt;/a&gt;É diversão garantida. Estava saindo do cinema e encontrei um casal de amigos que comentou: “Nossa, então era a sua risada que a gente estava ouvindo.” E eu juro que minha risada é tímida, só de vez em quando ela resolve dar o ar da graça. Mas o pior foi depois, que a guria falou “É o típico filme coroa solteirona” e eu me senti, por um momento, constrangida e “coroamente solteirona”, mas o momento passou.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Preciso ressaltar que Lília Cabral é uma atriz e tanto e conseguiu me prender em todos os momentos do filme. Zé Mayer no papel do marido típico também caiu como uma luva, pelo menos para mim, que não li o livro. Queria ter lido.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Acredito que as mulheres vão não só entender e se identificar, mas curtir muito mais o filme que os homens. Mas eu declaro que havia um homem nos acompanhando ao cinema e ele se divertiu horrores, acho que é a minha sugestão principal entre as quatro produções que estou citando.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Quarto colocado, ou sétimo no ranking: Monstros vs Aliens&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/ShoAzynmQNI/AAAAAAAAAYg/bPD14gpZC6w/s1600-h/monstervsalien_07.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 237px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/ShoAzynmQNI/AAAAAAAAAYg/bPD14gpZC6w/s320/monstervsalien_07.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339581197962330322" /&gt;&lt;/a&gt;Colocação? Sessão da tarde. É legalzinho, mas não tem nada de diferente que faça dele uma grande animação. Os personagens são fofos, engraçadinhos e salvam o mundo, mas acaba por aí. Isso é horrível, mas se alguém tiver outra opinião, me diga, porque meu vício Disneyês sempre me deixa confusa e me faz achar todo o resto, resto.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Mas levem a criançada, elas vão gostar. Talvez apenas seja uma produção infantil, não infantil/juvenil/adulto como estão sendo todas.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Bom, estão aí algumas dicas. Claro que o lado pessoal sempre ajuda e minha paixão por filmes nacionais auxilia na “puxação de sardinha” para o lado de Divã, mas o filme realmente é bom e vamos lá, minha gente, é tão melhor ver coisas que estão mais próximas de nós. Por mais distante que estejam não é todo dia que o Hugh Jackman vem ao Brasil fazer o lançamento de um filme, já a Lília Cabral, dá para encontrar na rua, quem sabe.&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-1293184293592185683?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/1293184293592185683/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=1293184293592185683' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/1293184293592185683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/1293184293592185683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2009/05/um-giro-pelas-telonas.html' title='Um giro pelas telonas.'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/Shn_Cqv8lmI/AAAAAAAAAYI/S-wzPAUOxMU/s72-c/angelsanddemons.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-2691891018824567335</id><published>2009-04-29T19:32:00.000-07:00</published><updated>2009-05-20T13:55:32.192-07:00</updated><title type='text'>As letras de Saramago pelos olhos de Meirelles</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SfkQ0CB1Q7I/AAAAAAAAAXQ/Re4NWYQinV0/s1600-h/ensaio-sobre-a-cegueira.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 220px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SfkQ0CB1Q7I/AAAAAAAAAXQ/Re4NWYQinV0/s320/ensaio-sobre-a-cegueira.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330310120053490610" /&gt;&lt;/a&gt; A minha vida literária/cinematográfica começou com &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Harry Potter&lt;/span&gt;, acho eu, estou meio desmemoriada hoje. Mas sabe lá Deus quantos anos eu tinha. A partir da leitura do primeiro livro do bruxo londrino, comecei a descobrir a magia das produções adaptadas para as telonas e não parei mais. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Senhor dos Anéis, O Exorcista, Entrevista com Vampiro, O Conde de Monte Cristo, Anjos e Demônios e cia, HQ’s&lt;/span&gt;. Eu e meu país das maravilhas, não excluindo dessa lista a história da própria &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Alice&lt;/span&gt; e dos contos infantis que, bom, para quem costuma fazer contação de história, são indispensáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, com a abertura dessa brecha entre a história escrita e a ‘assistível’, criei também uma mania horrível, a de achar que sou melhor que o roteirista. “Ah, não acredito que reduziram AQUELA cena a isso”; “Poxa, cortaram o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Tom Bombadil&lt;/span&gt; e a guerra do Condado? De onde veio esse amor todo do &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Aragorn&lt;/span&gt; pela &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Arwen&lt;/span&gt;? Quem foi o filho da mãe que acabou com o filme?”; “Como não vai ter o C&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;arnificina&lt;/span&gt; no &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Homem-aranha&lt;/span&gt;???”; “Mas quem teve a idéia de deixar o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Duas Caras&lt;/span&gt; morrer? Tinha que ter um filme só dele!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posso ficar aqui até amanhã... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuando, hoje uma coisa me surpreendeu. Não assisti &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Ensaio Sobre a Cegueira &lt;/span&gt;quando estava sendo exibido nas telonas porque, não adianta, sendo ele &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Saramago&lt;/span&gt; e sendo o outro &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Meirelles&lt;/span&gt;, eu me obriguei a ler o livro antes. Demorei, confesso. Uma pena. Aqui, em público, digo, e será apenas uma vez na vida: Avaliando o conjunto, eu não mudaria nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calmaaaaaaaaa! É claro que vou reclamar se não, não seria eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como assim a vizinha da mulher de óculos escuros não apareceu? Eu sentia rebuliços no estômago toda vez que algum momento dela era descrito e esperava, sinceramente, vê-la. A cena das mulheres da Ala I se entregando aos homens da Ala III me deixou muito mais sensibilizada no livro, mas acredito que isso é coisa de mulher. É muito mais doído ler a íntegra a imaginar uma cena com silhuetas e luzes baixas. Mas o momento em que elas lavam a mulher que faleceu durante o ato é memorável e digno de congratulações. A luz ficou perfeita, a trilha perfeita, as expressões perfeitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achei o cego do &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Mark Ruffalo&lt;/span&gt; um tanto suspeito, ele parecia ver demais. Não sei se era essa a intenção, mas eu não gostei em alguns momentos. Aí tudo depende da imagem que você tinha do livro também, eu imaginava o médico e sua mulher uns dez anos mais velhos que os atores, ou talvez o peso dos personagens deles pedia essa velhice, mas ficou bacana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso escancarar a ótima interpretação de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Gael &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SfkQmfgODWI/AAAAAAAAAXI/Jl5ny3iFZPM/s1600-h/gael.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 232px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SfkQmfgODWI/AAAAAAAAAXI/Jl5ny3iFZPM/s320/gael.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330309887447403874" /&gt;&lt;/a&gt;García Bernal&lt;/span&gt;, que eu adoro, mesmo quando não gosto dos filmes e que, em &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Ensaio Sobre a Cegueira&lt;/span&gt; conseguiu me convencer de todas as maneiras possíveis. Seria desnecessária a simples afirmação de ele estar cego, isso se via. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Alice Braga&lt;/span&gt;... Bem, ficou a lata da personagem, mas acho que fizeram um furdúncio tão grande em cima da atuação dela que acabou me fazendo esperar demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, não posso deixar de falar da cena na igreja. No livro, o momento em que a mulher do médico diz que os santos e as pinturas têm os olhos vendados de branco eu cheguei a arrepiar, mas poxa, eles não deram muita moral pro momento no filme. Essa cena era marcante, não deveria ter sido assim. A chuva também, no livro ela espanta as pessoas, no filme, convida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achei sem graça também a mistura de “raças” do filme, achei que, no mínimo, todos deveriam falar português (Talvez, por &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Saramago&lt;/span&gt;, o de Portugal), mas aí a misturar olhos puxados, “Hola” e “What”’s, não tinha necessidade. Mas como a exigência do autor era de que o país em que a história se passasse não fosse possível de revelar, quem sou eu para discutir? Antes de assistir eu tinha até um pouco de preconceito, admito, pelo fato de terem atores hollywoodianos e tal, já achei que a obra –que valeu, sim, um Nobel- ia virar Pop. Mas me enganei, o filme tem um estrutura própria, uma arte própria e uma facilidade de incomodar os olhos de quem assiste que é incontestável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SfkQ9PfXSaI/AAAAAAAAAXY/zamqaKDp5wE/s1600-h/ensaiosobrecegueira_2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SfkQ9PfXSaI/AAAAAAAAAXY/zamqaKDp5wE/s320/ensaiosobrecegueira_2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330310278285838754" /&gt;&lt;/a&gt;Bom, agora vem alguém e me pergunta “Mas você não disse que não mudaria nada?” Sim, eu disse, e complementei com a expressão: avaliando o conjunto. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Fernando Meirelles&lt;/span&gt; está de parabéns, ele foi bem fiel ao livro. Mesmo tendo que cortar alguns momentos, o que é compreensível quando se quer produzir um filme que não seja um &lt;span style="font-style:italic;"&gt;E o Vento Levou&lt;/span&gt;, o diretor conseguiu colocar as cenas mais importantes da trama, e o melhor, conseguiu interligá-las, o que é o maior problema das adaptações, em minha opinião. Alguém sempre fica sem entender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para finalizar, não vou dizer que todo mundo vai entender a trama, muita gente não gostou do filme e eu compreendo, mas aviso que não é erro de continuidade, tipo &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Código Da Vinci&lt;/span&gt;. Acredito que algumas pessoas podem não ter gostado do livro também, mas não é por ser ruim (longe de mim, o livro é um soco na mente, como disse uma vez um crítico), mas porque estamos acostumados a histórias lineares, auto-explicativas e com um final que dê sentido óbvio a todo o resto, o que não acontece nem no filme, nem no livro. É aquele tipo de arte para se pensar, re-pensar, re-pensar, re-pensar e começar a enxergar. É coisa de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Saramago&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;“Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos."&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-2691891018824567335?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/2691891018824567335/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=2691891018824567335' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/2691891018824567335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/2691891018824567335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2009/04/as-letras-de-saramago-pelos-olhos-de.html' title='As letras de Saramago pelos olhos de Meirelles'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SfkQ0CB1Q7I/AAAAAAAAAXQ/Re4NWYQinV0/s72-c/ensaio-sobre-a-cegueira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-5694177605929530317</id><published>2009-04-02T19:46:00.000-07:00</published><updated>2009-05-20T13:57:11.166-07:00</updated><title type='text'>Duas palavras: Clint Eastwood</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SdV5nEk7V0I/AAAAAAAAAWE/RBShlZAz2IU/s1600-h/grantorino_05.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 194px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SdV5nEk7V0I/AAAAAAAAAWE/RBShlZAz2IU/s320/grantorino_05.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320292246958593858" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tenho em mãos a vontade, na cabeça a idéia e, no momento, nenhum conhecimento. Escrevo aqui um texto completamente emocional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estive dias atrás em São Paulo, batendo um papo no melhor estilo ‘cinematógrafo’ com o diretor de fotografia Uli Burtin e saí desse encontro com um filme na cabeça. Filme esse citado por ele em vários momentos e com uma classificação de atual memorável. Começo então meu destrinchar emotivo Gran Torino. Aliás, preciso tentar escrever numa velocidade maior que meus pensamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de ver o filme li uns artigos sobre ele e, em um, uma frase me chamou a atenção. O autor dizia que não havia visão mais assombrosa do que ter que encarar Clint Eastwood pelo retrovisor. Concordo. Gran Torino já é nome de clássico, não é? Bom, o filme é drama da primeira cena ao claquete final, ou seja, não é a combinação: amigos, pipoca. É um filme solitário, que precisa acontecer sozinho, e ser visto sozinho. Provavelmente, ao sair do cinema não vão rolar comentários, risadas ou coisas do gênero, talvez umas expressões corriqueiras daquelas de quando não se tem nada a dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A construção do filme é simples e sem ares de grande produção Hollywoodiana, o que acaba por puxar ‘involuntariamente’ toda atenção para Eastwood. Aliás, As cenas de luz baixa são ótimas, elas sempre chamam a minha atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Menina de Ouro o diretor e ator considerado 2º no ranking dos 100 melhores astros do cinema já mostrou o seu jeito paterno na relação aprendiz/professor, o que se repete em Gran Torino. Uma pena a interpretação do garoto Thao (Bee Vang) ter deixado a desejar, mas em frente ao que seria um monstro sagrado, chega a ser compreensível. O filme fala sobre preconceito, valores, família, religião e Eastwood, que completa 50 anos de carreira, consegue reunir tudo o que já mostrou que sabe fazer em outras produções em uma trama cheia de humor sádico, claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um detalhe que me incomodou o filme todo foi a falta de trilha sonora, eu até me peguei em alguns momentos imaginando que para finalizar tal cena, a entrada de uma música em determinado momento faria toda a diferença. Mas não podia, ele, ter se esquecido desse detalhe. A ausência de notas musicais intermediando a trama acaba por dar uma sensação mais dramática a história e porque não -e como não dizer- que também dá a ela um toque maior de realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando a Uli Burtin, ainda me veio ele na memória em outro momento da história, na violência. Durante a conversa discutimos a necessidade ou não de se explicitar agressões e, como não poderia faltar, lembramos o quanto Laranja Mecânica foi violento sem tampouco fazer esses momentos serem vistos. A cena mais forte de Gran Torino talvez seja a que menos ‘exponha’ em todo ele. E aí voltamos aos sons, os quais eu simplesmente não os percebi nessa cena. A ausência de falas acessíveis a língua nos faz pensar em toda a cena que não vimos e faz de um momento, o momento, não o do filme, mas das imagens que nós mesmos reproduzimos daquilo. Confuso, não é? Assista a cena do desaparecimento da menina e depois pare para pensar se em algum momento você ouviu que eles estavam falando. Eu não ouvi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preciso abrir uma ressalva para a expressão de Eastwood, lá pelo meio do filme é possível você se perceber com aquela mesma massa torcida de cansaço na face que ele exibe o filme todo, é quase contagiante. Claro que a produção tem defeitos, como qualquer outra, mas como eu disse que o meu texto seria completamente emotivo e escrito sob uma visão só (de quem viu o filme a meia hora), ainda não encontrei um bom defeito. Encontrei sim, a interpretação do hmong Thao. Mas pela vontade de fazer cinema de Eastwood eu digo, Gran Torino tem lugar certo, a partir de hoje, na minha prateleira. E não digam que o diretor não é tudo que eu escrevi nessas linhas, porque ele até o meu Word reconhece.&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-5694177605929530317?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/5694177605929530317/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=5694177605929530317' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/5694177605929530317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/5694177605929530317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2009/04/duas-palavras-clint-eastwood.html' title='Duas palavras: Clint Eastwood'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SdV5nEk7V0I/AAAAAAAAAWE/RBShlZAz2IU/s72-c/grantorino_05.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-7468576317185022868</id><published>2009-03-08T11:19:00.000-07:00</published><updated>2009-03-08T11:43:07.546-07:00</updated><title type='text'>Alex Supertramp: Aquele que tinha tudo, mas não tinha nada.</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;Cinco palavras, um questionamento e dependendo da resposta a expressão é distorcida e uma veia salta na testa. “Você já viu esse filme?” Ô perguntinha chata para qualquer cinéfilo. Chata não por poder iniciar uma conversa sobre o assunto preferido dele, mas pelas três letras que podem formar duas palavras contrárias e que fazem dessa uma questão de peso equivalente a um “ser ou não ser” (cinéfilo, no caso). São elas “sim” e “não”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para alguém que se sente “enturmado” em meio a sétima arte, ser questionado de algo que não viu é terrível, como se fosse possível que esse ser humano normal pudesse assistir todas as produções. E quando eu digo todas, são todas. E entre todas (todas) muitas vezes nós perdemos a oportunidade de vidrar os olhos em algumas produções dignas de não serem perdidas. Felizmente ainda existem locadoras e infelizmente alguém tem que trabalhar para poder sustentá-la ao invés de assistir filmes o dia todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dias atrás eu tive a façanha de ser questionada sobre o mesmo filme por nada mais nada menos que três pessoas em 24hs e, olha que sensação maravilhosa, eu não o tinha visto. No entanto a janela do meu quarto é muito baixa, isso significa que eu apenas quebraria uma perna com o tombo. Então, lutei contra a minha autocrítica que repetia “Três pessoas!” e fui a locadora alugar “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Na Natureza Selvagem&lt;/span&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SbQMjqkQscI/AAAAAAAAAU4/S82A0i32V7Y/s1600-h/na+natureza.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SbQMjqkQscI/AAAAAAAAAU4/S82A0i32V7Y/s400/na+natureza.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5310883667437990338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Dica instantânea: Pare de ler, assista ao filme e volte aqui para comentar, adoro opiniões diversificadas. Bom, a produção é baseada em uma história real e dirigida por um atorzinho aí ganhador de Oscar[s] (com toda a ironia), &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Sean Penn&lt;/span&gt;. Aliás, ele gostou da coisa e está querendo mesmo largar a atuação para se dedicar a direção de longas. É uma perda para um lado e um ganho para o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, eu gosto de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Emile Hirsch&lt;/span&gt; desde &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Alpha Dog&lt;/span&gt;, mas tive uma decepção de leve em &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Speed Racer&lt;/span&gt;. De qualquer maneira ele ficou ótimo no papel de Christopher McCandless, o andarilho Alex. Vamos abrir um apêndice e dizer que a trilha sonora é &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Eddie Vedder&lt;/span&gt; puro, que lançou o seu primeiro cd solo com o filme que emplacou, enquanto que o cd... Bom. Não sei o porquê, eu emplacaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Sean Penn&lt;/span&gt; demorou dez anos para conseguir a autorização da família McCandless para transformar o livro em filme e fez um trabalho extraordinário. A fotografia é ótima também. O longa tem quase três horas de duração, mas não é cansativo e, o melhor, não é clichê. Apesar de ter me lembrado um pouco &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Brad Pitt&lt;/span&gt; e sua viagem ao Tibet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale lembrar que não houve dublês em nenhum momento, ou seja, &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Hirsch&lt;/span&gt; é quase um &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Jackie Chan&lt;/span&gt; (que comparação, eu nem gosto dele). O interessante é a montagem que &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Sean Penn&lt;/span&gt; faz da história, ele mistura tempos e acontecimentos para que, no fim, tudo faça sentido e esteja interligado. &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SbQOD4Ap2MI/AAAAAAAAAVA/fNzopZVE5Wk/s1600-h/alex+supertramp.JPG"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 219px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SbQOD4Ap2MI/AAAAAAAAAVA/fNzopZVE5Wk/s320/alex+supertramp.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5310885320314181826" /&gt;&lt;/a&gt;Fiquei interessada também em ler o livro que originou o filme, que aliás, foi escrito por um cara que queria o mesmo que Christopher, liberdade e o mundo. Quando soube da história, o escritor resolveu passar por todos os lugares onde ele teria ido e acabou reencontrando pessoas que o conheceram e contaram sobre o tempo que tinham passado com o andarilho. E aí veio a idéia do livro baseado nos relatos dessas pessoas que participaram, de certo modo, da trajetória de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Chris McCandless&lt;/span&gt;, além das anotações do diário dele. Resumindo, é uma história de libertação, amor, autoconhecimento e felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem ainda não assistiu, fica aí a dica. Aliás, se tiver TV a cabo facilita, porque o filme está sendo reprisado há vários dias em algum dos 1872819729 Telecines. Só para finalizar, um amigo meu me questionou, não se eu havia visto o filme, mas sobre as conclusões que eu tinha tirado ao vê-lo. Respondi: “&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Conhece Tom Jobim? Sabe quando ele escreveu –em Wave- aquela frase: É impossível ser feliz sozinho? Foi mais ou menos isso&lt;/span&gt;.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para não perder o costume, eu pergunto: Já assistiu o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Na Natureza Selvagem&lt;/span&gt;?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A felicidade só é real quando é compartilhada” Chris McCandless&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-7468576317185022868?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/7468576317185022868/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=7468576317185022868' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/7468576317185022868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/7468576317185022868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2009/03/nas-locadoras-alex-supertramp-aquele.html' title='Alex Supertramp: Aquele que tinha tudo, mas não tinha nada.'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SbQMjqkQscI/AAAAAAAAAU4/S82A0i32V7Y/s72-c/na+natureza.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-9019035235637228074</id><published>2009-02-27T20:40:00.000-08:00</published><updated>2010-02-09T16:02:51.454-08:00</updated><title type='text'>Cinema-diversidade rumo conhecimento</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SajEEKhPzKI/AAAAAAAAAUc/xB4dy4b3-1E/s1600-h/imax3d.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 316px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SajEEKhPzKI/AAAAAAAAAUc/xB4dy4b3-1E/s320/imax3d.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5307707736678452386" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tudo bem. Me condenem, exorcizem, o que for. O carnaval também me pegou de jeito e eu acabei fugindo com algumas responsabilidades. Mas, passadas as badalações carnavalescas, estou de volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia 27 de fevereiro, hoje, se tornou um marco em minha vida. Estava juntando os cacos pós marchinhas de São Luiz do Paraitinga e pensando o quanto qualquer tipo de arte é particular e única, mas que nenhuma é tão atuante quanto o cinema. A verdade é que toda percepção depende do tamanho do interesse e o interesse está completamente ligado ao estado de espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou colocar de um modo mais palpável, então. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;2001 Uma Odisséia no Espaço&lt;/span&gt; é um marco da ficção científica 40 anos após seu lançamento. Algumas pessoas vão querer me matar por isso, mas eu não gostei. Juro que tentei e achei a trilha perfeita e algumas cenas ótimas como às de gravidade zero e a sequência maravilhosa de quando os tripulantes tentam manter uma conversa confidencial e &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Hall&lt;/span&gt;, o computador, lê seus lábios. A forma com que o diretor edita essa cena deixando-a clara, mas sem insistência, é linda. Mas isso não tira de mim a idéia de que &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Stanley Kubrick&lt;/span&gt; fez um filme para ele e isso o transforma, para mim, em gênio. O filme fez sucesso mesmo sendo uma sucessão de imagens que saíram da cabeça de um maluco (no bom sentido da palavra). Confesso que me senti aliviada ao ler que a &lt;span style="font-style:italic;"&gt;premiére&lt;/span&gt; do filme em 1968 no Pantage Theater, Los Angeles, balançou os espectadores a decidir entre um sucesso e um fiasco. Decidindo pelo sucesso, por fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas que cargas d’água tem a ver tudo isso? Sou fã do &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Stanley Kubrick&lt;/span&gt; de carteirinha, de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Iluminado&lt;/span&gt; a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Laranja Mecânica&lt;/span&gt;, só para ratificar. Mas a idéia é mostrar o quanto gostar de cinema é algo particular e o quanto escrever cinema é algo individualista. Individualista, sim, ao ponto de se dizer impossível ao imparcial. Mas, é importante ressaltar que imparcial não quer dizer egoísta, ou seja, para reclamar cinema é preciso conhecer cinema sem fazer cara feia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assisti -esses dias- há alguns filmes que podem gerar caras feias e que merecem ser lembrados. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Once – Apenas Uma Vez&lt;/span&gt; é um drama irlandês que ganhou o prêmio da academia de Melhor Canção Original em 2006 (enquanto eu ainda babava em &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Guillermo Del Toro&lt;/span&gt; e seu labirinto dos sonhos) e ninguém comenta o filme só porque está fora da cornucópia Hollywoodiana. Eu assisti e protesto. Ele incomoda a quem assiste porque estamos ‘adestrados’ ao método dos grandes e ao pastiche das montagens norte-americanas. Mas é um filme sutil e está entre os meus indicados agora, principalmente para quem gosta de música porque a produção é em notas, o clima é pura música. Há uma leveza e argúcia que prende a atenção e a delicadeza do final é memorável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assisti também a um filmasso de 1962 (eu e meus filmes monocromáticos), de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Luis Buñuel&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Anjo Exterminador&lt;/span&gt;. Hoje a produção seria pouco aceita porque nós, infelizmente, procuramos uma explicação para tudo. Mas a montagem cômica -sendo ela extremamente macabra- da situação é fantástica. Quem puder assistir, alugue. Mostra a história de um jantar do qual os convidados simplesmente não conseguem ir embora. Há, na verdade, uma pesarosa aceitação da situação e, inconsciente ou não, eles se ajeitam até o momento em que percebem que, de algum modo, estão presos àquele lugar. As horas se estendem por dias em uma amarga sátira sobre uma linha invisível que impede essa saída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu estava comentando o dia de hoje e o porquê de ter me marcado. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Adolph Lukor&lt;/span&gt; disse que o cinema falado nunca daria certo por ser barulhento demais e impedir que as pessoas durmam durante a projeção, deu no que deu. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Auguste Lumière&lt;/span&gt; jurou que o cinema não tinha futuro comercial e, por fim, &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Renato May&lt;/span&gt; comentou ser o cinema uma arte de colaboração e, o filme, obra de um só. Hoje assisti, pela primeira vez, um filme em 3D (Nem no parque da Mônica eu fui). Com aqueles óculos (que infelizmente tive que devolver) e borboletas voando em nossa direção. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Coraline e o Mundo Secreto&lt;/span&gt; é a primeira animação em stop-motion feita originalmente em 3D e lembra, em muita coisa, o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Estranho Mundo de Jack&lt;/span&gt;. Não só lembra como tem semelhanças provadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há pouco tempo saímos da era DVD e entramos no Blue-ray e já estamos migrando do 3D para o 4D e o IMax (A primeira sala foi inaugurada em janeiro no Shopping Bourbon, em São Paulo). O segredo da qualidade da imagem IMax está no tamanho do filme, na utilização de várias câmeras e equipamentos especiais. Vualá! É só por um óculos 3D que uma ampliação do tamanho natural pode saltar da tela. O preço é que desanima, se ir ao cinema já sai caro e a instalação de uma sala IMax custa seis vezes uma sala comum, o ingresso vale a bagatela de R$30. Ainda verei se vale a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer maneira, tentando não me prolongar mais, se os irmãos Lumière não acreditavam na Sétima Arte ela, hoje, movimenta um comércio próprio feito de muito investimento, opiniões diversas, invenções criativas e tecnologias quase sem barreiras criadas de um para todos, mas não necessariamente aceita por todos. E se o cinema não é unânime tão quanto é particular, eu só posso continuar sentada na mesma poltrona de couro vermelho queimado e encosto de madeira do século passado e decidir por mim assistindo tudo o quanto possível, sem perder nunca essa oportunidade de respeitar e ver o mundo pelos olhos de alguém que veja além dos meus. Que a carapuça sirva. Boa noite e boa sorte.&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-9019035235637228074?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/9019035235637228074/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=9019035235637228074' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/9019035235637228074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/9019035235637228074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2009/02/mais-vale-uma-unanimidade-burra-que-um.html' title='Cinema-diversidade rumo conhecimento'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SajEEKhPzKI/AAAAAAAAAUc/xB4dy4b3-1E/s72-c/imax3d.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-8597337943522186363</id><published>2009-02-17T13:55:00.000-08:00</published><updated>2009-05-20T13:58:30.083-07:00</updated><title type='text'>[ainda]NAS TELONAS: Jason preto no branco.</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SZs1xNXJceI/AAAAAAAAAT0/B9ppFAqK6Ek/s1600-h/sexta+feira.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 268px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SZs1xNXJceI/AAAAAAAAAT0/B9ppFAqK6Ek/s400/sexta+feira.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303892105675502050" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Voltei. Após uma sexta-feira 13 turbulenta em Taubaté com perseguições policiais e chuvas torrenciais com direito a desmoronamentos a torto e a direita, ir ao cinema assistir &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sexta-feira 13&lt;/span&gt; foi, no mínimo, engraçado. Vou aproveitar a data e o título e enumerar os comentários sobre o longa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Censura 18 anos é compreensível quando o filme possui cenas de nu (nem um pouco artístico e necessário) em quase todos os takes. Agora eu entendi porque duas atrizes desistiram dos papéis e não tenho dúvidas de que foi porque eles realmente exigiam muito ‘potencial artístico’ delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. É o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Massacre da Serra Elétrica&lt;/span&gt;, em tudo. Troquem o cara de máscara e facão por um outro maluco com uma serra. Algumas mortes até acontecem da mesma maneira, como a da menina pendurada na parede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Jared Padalecki&lt;/span&gt;. Ele pode ser um motivo para ver o filme. Voto nele para o próximo Jason porque o rapaz tem a mesma dificuldade em morrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. “Jason, dê oi para sua mãe... No inferno!” Foi a única frase marcante do filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Suspense mesmo não há, só alguns segundos de expectativa pelas mortes enquanto toca aquela trilha de duas notas (não as de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Psicose&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.Voltando a pornochanchada (mais pelo cunho comercial porque, de brasileiro, no máximo, o longa lembra aquele filme, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Turistas&lt;/span&gt;) preciso ressaltar que são cenas de “rebola-bola” sem alguma necessidade, que, aliás, me lembraram um filme trash que assisti uma vez, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rota da Morte&lt;/span&gt; (O filme do rabecão, quem já viu vai saber).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Para quem é fã da ‘saga’, e acredito que eu possa chamar assim ao invés de série, o filme é interessante porque mostra cenários das outras produções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Para quem não é fã o filme pode ser:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) trash&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) do balacobaco!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) sou menor de idade, consegui entrar e ver coisas que minha mãe não deixaria em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) parece que eu já vi esse filme&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) mas já morreu todo mundo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;f) eu gostei, e daí?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;g) aquele de máscara não é um jogador de Hockey famoso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;h) blerght, que nojo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;i) nenhuma das alternativas anteriores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Felizmente isso não é concurso público e cinema permite milhões de possibilidades. Pode adicionar letras, se quiser)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9)Sendo ele bom ou ruim é um filme do Jason, o cara é clássico por si só e é legal de ver para não falar as coisas sem saber, tipo “Aham, e eu sou o &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Jason&lt;/span&gt;.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10) Ah, claro. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Jason&lt;/span&gt; tem sinônimo nos dicionários, sabia? É &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Highlander&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11) Os personagens são secundários e parecem que só estão lá porque alguém tem que morrer. Falando em morte, a pior é a da menina (nua, óbvio) no lago. A da fogueira e a do japinha são as mais... brrr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12) Tecnicamente dizendo, o filme não tem nada demais. Mas para quem gosta do gênero dos Serial Killers ele não vai ser reprovado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13) Para finalizar, treze. Acho que esse era o número de pessoas que estavam na sala de cinema. Mas mesmo assim, na estréia, o longa angariou $ 19 milhões e está entre os filmes mais rentáveis do gênero na história da Sétima Arte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS.: Desculpem o atraso, mas tive uns dias meio &lt;span style="font-style:italic;"&gt;sexta-feira 13&lt;/span&gt;.&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-8597337943522186363?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/8597337943522186363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=8597337943522186363' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/8597337943522186363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/8597337943522186363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2009/02/aindanas-telonas-jason-preto-no-branco.html' title='[ainda]NAS TELONAS: Jason preto no branco.'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SZs1xNXJceI/AAAAAAAAAT0/B9ppFAqK6Ek/s72-c/sexta+feira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-5341782922218970195</id><published>2009-02-12T19:51:00.000-08:00</published><updated>2009-05-20T13:58:54.345-07:00</updated><title type='text'>(quase) NAS TELONAS: “Seu nome era Jason, e hoje é seu aniversário.”</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SZTvgxt5ZyI/AAAAAAAAASs/NdlJVv6i0tU/s1600-h/sexta+feira+13.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SZTvgxt5ZyI/AAAAAAAAASs/NdlJVv6i0tU/s400/sexta+feira+13.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5302126007702611746" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Se me perguntassem que dia é hoje eu responderia: “É o dia do retorno do mito.” Não, nunca fui muito fã dos ...hãn... 11 filmes da série &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sexta-feira 13&lt;/span&gt;, mas sempre usei aquela piadinha “Aham, e eu sou o Bozo!” de maneira diferente. Eu dizia: “Aham, e eu sou o &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Jason&lt;/span&gt;!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje estréia &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sexta-feira 13&lt;/span&gt; nos cinemas do Brasil e, nossa que coincidência, que dia é hoje? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, vou ao cinema na estréia mesmo pra não perder a oportunidade de aproveitar o Halloween fora de época, mas resolvi fazer uma prévia. Depois conto se senti medo mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história -baseada no primeiro filme de 1980- não vai fugir muito do pastiche dos jovens que resolvem se enfurnar em um local abandonado e que começam a andar sozinhos e ser assassinados um a um por um maníaco mascarado, algo normal nos dias atuais, claro. Pelo menos dessa vez não tem o &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Freddy Krueger&lt;/span&gt;, ele costumava me deixar com medo de dormir quando eu era criança, mas depois de ver o filme que reuniu os dois malucos (&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Krueger e Jason&lt;/span&gt;) eu comecei a achar graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem uma carinha antiga do suspense no longa, o ator &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Jared Padalecki&lt;/span&gt;, o Sam do &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Supernatural&lt;/span&gt;, além de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Derek Mears&lt;/span&gt; interpretando o 7º &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Jason&lt;/span&gt; da história. Ele sem máscara é um pouco mais assustador que usando-a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre achei que alguns suspenses tinham um roteiro meio parecido: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Massacre da Serra Elétrica, a Casa de Cera, Eu sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado&lt;/span&gt; (e suas inúmeras sequências/remendos diferenciadas por “ainda”, “também”, “novamente” ou seja lá o que for), &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Pânico, O Albergue&lt;/span&gt; e etc. Mas &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sexta-feira 13&lt;/span&gt; realmente tem algo em comum com o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Massacre da Serra Elétrica&lt;/span&gt;, o diretor &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Marcus Nispel&lt;/span&gt;. Acho bem possível encontrar semelhanças. Pelos menos, se fosse o Tarantino nós teríamos a certeza de ver muito sangue. Falando nele, vem sangue por aí, logo logo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de terminar, tem um fato interessante, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sexta-feira 13&lt;/span&gt; -o 12º filme da série- teve a produção dada como encerrada no dia 13 de junho do ano passado. E nem precisa olhar num calendário, eu adianto que foi exatamente numa sexta-feira, como a de hoje. Então, se você for uma pessoa supersticiosa lembre-se, nada é por acaso. Ainda bem que eu não sou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Aliás, se o blogspot.com não fizer as devidas atualizações, agora são 1:58hr do dia 13. E a noite o SBT vai exibir &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Carrie, A Estranha&lt;/span&gt;. Programaaaço.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-5341782922218970195?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/5341782922218970195/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=5341782922218970195' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/5341782922218970195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/5341782922218970195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2009/02/quase-nas-telonas-seu-nome-era-jason-e.html' title='(quase) NAS TELONAS: “Seu nome era Jason, e hoje é seu aniversário.”'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SZTvgxt5ZyI/AAAAAAAAASs/NdlJVv6i0tU/s72-c/sexta+feira+13.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-3276655311482423608</id><published>2009-02-11T15:55:00.000-08:00</published><updated>2009-05-20T13:59:19.169-07:00</updated><title type='text'>NAS TELONAS: Sim, sinhô.</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SZNnz07gMoI/AAAAAAAAASk/b3cw-uqTcnk/s1600-h/sim+senhor.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 267px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SZNnz07gMoI/AAAAAAAAASk/b3cw-uqTcnk/s400/sim+senhor.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5301695326424412802" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;“A vida passa muito depressa, se não paramos para curti-la, ela escapa por nossas mãos”&lt;/span&gt;, dizia Ferris Bueller em &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Curtindo a Vida Adoidado&lt;/span&gt;; &lt;span style="font-style:italic;"&gt;"Sinta a dor. Abrace-a. Descarte-a"&lt;/span&gt;, disse Claire em &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Tudo Acontece em Elizabethtown&lt;/span&gt;; “&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Sim&lt;/span&gt;”, repetidamente disse &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Jim Carrey&lt;/span&gt; em &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sim, senhor&lt;/span&gt;. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Cantando na Chuva, Curtindo a Vida Adoidado, O Fabuloso Destino de Amelie Poulain, Tudo Acontece em Elisabethtown, Bridget Jones&lt;/span&gt;... Teriam algo em comum? Na verdade não, mas sim. Todos são filmes que, por fim, dão vontade de ser feliz. E foi essa sensação que eu tive ao sair do cinema ontem depois de assistir &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sim, senhor&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme tem todo o estilo caricato do &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Jim Carrey&lt;/span&gt; que, particularmente, nunca foi o MEU forte. Para mim é o &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Máskara&lt;/span&gt; em todas as suas possíveis versões: O homem que recebe o poder de Deus, o cara que tem dupla personalidade, o que não pode mentir e até aquele detetive de animais que ficou estupidamente parecido com o &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Ace Ventura&lt;/span&gt; do desenho. São todos iguais, sem rejeitar o &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Charada&lt;/span&gt;. Mas &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Carrey&lt;/span&gt; causa um reboliço interno em mim porque não consigo decidir se gosto ou não do que ele faz. Em sua larga metamorfose artística eu também encontro &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças, Show de Truman&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Cine Majestic&lt;/span&gt;. Ou seja, não sei dizer se ele é um camaleão ou se é um faz-tudo que não faz nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chega de alardear? “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sim, senhor&lt;/span&gt;”. O filme é cativante porque permite que cada espectador conte-se a si próprio, veja-se viver, julgue-se. É um filme de auto-ajuda. Mas continua sendo &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Jim Carrey&lt;/span&gt;, o que quer dizer que para quem não é fã de caretas, dentes brancos e movimentos bruscos, a melhor pedida é correr para a sala de projeção ao lado. Mas acredito que ele se conteve em relação a outras interpretações e, olha, ele pula de bungee jump! Nada de dublês. Aliás, foi uma pena o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Harry Potter VI&lt;/span&gt; ter mudado a data de estréia, porque a festa a fantasia ia “bombar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme tem uma mensagem positiva, de ajudar ao próximo, de prestar mais atenção a sua volta. É como se te desse um tapinha no traseiro e dissesse: “Ei, amigo, vá viver! Para de aceitar tudo o que te acontece e corre para ser feliz!”, com a ressalva de ter pouquíssimo humor baixo, o que eu normalmente dispenso nos primeiros dez minutos de filme. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sim, senhor&lt;/span&gt; não é o tipo de produção que ganha prêmios, mas é uma ótima pedida para um sábado à tarde ou para um daqueles momentos eu+poltrona+pipoca ou, simplesmente, porque você adora o &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Jim Carrey&lt;/span&gt;. O longa foi bem aceito nos Estados Unidos, principalmente porque em época de crise as pessoas precisam de algo que as animem a continuar e, sem querer querendo, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sim, senhor&lt;/span&gt; encaixou certinho nesse estereótipo de esperança e novas experiências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme foi baseado no livro de um jornalista que durante seis meses respondeu sim a tudo que lhe era questionado e anotou os resultados, esse é o personagem, essa é a trama. E quem gosta de sétima arte ainda vai adorar os filmes que aparecem nas cenas de locadora, ou vai se sentir um completo “não, senhor” por também ficar em frente ao DVD ao invés de sair e curtir a vida (não me excluo dessa). No fim, a melhor solução é sempre a mais simples, aprenda a dizer sim e vá assistir a uma velha e boa comédia sessão da tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Lembrando que vem aí &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;I Love You Phillip Morris&lt;/span&gt; com um &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Jim Carrey&lt;/span&gt; gay apaixonado por um &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Ewan McGregor&lt;/span&gt; e de mãos dadas com &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Rodrigo Santoro&lt;/span&gt;. Estréia prevista para o final de março. Liberar de vez as caras e bocas do &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Jim Carrey&lt;/span&gt; pode ser um perigo.&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-3276655311482423608?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/3276655311482423608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=3276655311482423608' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/3276655311482423608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/3276655311482423608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2009/02/nas-telonas-sim-sinho.html' title='NAS TELONAS: Sim, sinhô.'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SZNnz07gMoI/AAAAAAAAASk/b3cw-uqTcnk/s72-c/sim+senhor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-4293411072741941099</id><published>2009-02-09T09:15:00.000-08:00</published><updated>2009-02-09T09:50:29.064-08:00</updated><title type='text'>Um Flambé do Frambô.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SZBmtV2j7BI/AAAAAAAAASU/x5mF4K0vmNM/s1600-h/frambo.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SZBmtV2j7BI/AAAAAAAAASU/x5mF4K0vmNM/s320/frambo.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300849690561211410" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vem vindo postagem grande por aí, mas antes meu &lt;em&gt;Rosebud&lt;/em&gt; [que mais parece um carrinho de rolimã] resolveu dar um rolê pelas bandas do &lt;strong&gt;"Frambô"&lt;/strong&gt; 2009, o prêmio que elege os piores da Sétima Arte. Bom, o que, na minha opinião, não é tão mal porque são premiados os piores e-n-t-r-e os melhores.&lt;br /&gt;Só para ter alguma informação a mais, o &lt;strong&gt;Framboesa de Ouro&lt;/strong&gt; existe desde 1980 e foi criado como uma sátira ao &lt;strong&gt;Oscar&lt;/strong&gt; e a todo o glamour envolvido. O deboche continua, sendo os indicados ao Frambô divulgados um dia antes dos da Academy Awards e a entrega feita também na véspera da grande premiação. E tem um troféu, óbvio, que é uma framboesa de plástico sobre um filme Super 8 (aqueeele da Kodak, de 8mm lançado em 1965) na cor dourado e não chega a custar $5, enquanto o Oscar custa $200 (O preço real, não o valor quase inestimável de um prêmio desse escalão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;And the Frambô goes to...?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pior filme&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Super-Heróis - A Liga da Injustiça" e "Espartalhões"&lt;br /&gt;"Fim dos Tempos"&lt;br /&gt;"A Gostosa e a Gosmenta""&lt;br /&gt;"Em Nome do Rei"&lt;br /&gt;"O Guru do Amor"  &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pior ator&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Larry the Cable Guy, por "Witless protection"&lt;br /&gt;Eddie Murphy, por "O Grande Dave"&lt;br /&gt;Mike Myers, por "O Guru do Amor"&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Al Pacino, por "88 minutos"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mark Wahlberg, por "Max Payne"  &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pior atriz&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Jessica Alba, por "O olho do mal"&lt;br /&gt;Annette Bening, Eva Mendes, Debra Messing, Jada Pinkett-Smith e Meg Ryan, por "Mulheres O Sexo Forte"&lt;br /&gt;Cameron Diaz, por "Jogo de Amor em Las Vegas"&lt;br /&gt;Paris Hilton, por "A Gostosa e a Gosmenta"&lt;br /&gt;Kate Hudson, por "Um Amor de Tesouro"  &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pior prólogo, remake, sequência ou cópia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"O Dia em que a Terra parou"&lt;br /&gt;"Super-Heróis - A Liga da Injustiça"&lt;br /&gt;"Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal"&lt;br /&gt;"Speed Racer"&lt;br /&gt;"Star Wars A Guerra dos Clones"  &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pior diretor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Uwe Boll, por "Postal"&lt;br /&gt;Jason Friedberg &amp; Aaron Seltzer, por "Super-Heróis - A Liga da Injustiça" e "Espartalhões"&lt;br /&gt;Tom Putnam, por "A Gostosa e a Gosmenta"&lt;br /&gt;Marco Schnabel, por "O Guru do Amor"&lt;br /&gt;M. Night Shyamalan, por "Fim dos Tempos"  &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pior roteiro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Super-Heróis - A Liga da Injustiça" e "Espartalhões"&lt;br /&gt;"Fim dos Tempos"&lt;br /&gt;"A Gostosa e a Gosmenta"&lt;br /&gt;"Em Nome do Rei"&lt;br /&gt;"O Guru do Amor"&lt;/em&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pior ator coadjuvante&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Uwe Boll, por "Postal"&lt;br /&gt;Pierce Brosnan, por "Mamma Mia"&lt;br /&gt;Ben Kingsley, por "O Guru do Amor"&lt;br /&gt;Burt Reynolds, por "Em Nome do Rei"&lt;br /&gt;Verne Troyer, por "O Guru do Amor"  &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pior atriz coadjuvante&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Carmen Electra - "Super-Heróis - A Liga da Injustiça"&lt;br /&gt;Paris Hilton, por "Repo! The genetic Opera"&lt;br /&gt;Kim Kardashian, por "Super-Heróis - A Liga da Injustiça"&lt;br /&gt;Jenny McCarthy, por "Witless Protection"&lt;br /&gt;Leelee Sobieski, por "88 minutos"  &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pior casal em cena&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Uwe Boll e qualquer ator, câmera ou roteiro&lt;br /&gt;Cameron Diaz e Ashton Kutcher, por "Jogo de Amor em Las Vegas"&lt;br /&gt;Paris Hilton e Christine Lakin ou Joel David Moore, por "A Gostosa e a Gosmenta"&lt;br /&gt;Larry the Cable Guy e Jenny McCarthy, por "Witless Protection"&lt;br /&gt;Eddie Murphy em Eddie Murphy, por "O Grande Dave"  &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prêmio pela pior carreira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Uwe Boll (a resposta da Alemanha para Ed Wood)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixo aqui meu reclame completamente pessoal por qualquer indicação para &lt;strong&gt;Al Pacino&lt;/strong&gt;. Repito, é pessoal e eu fico irracional quando o caso é relacionado a ele. Não achei &lt;em&gt;88 Minutos &lt;/em&gt;um filme ruim e tem muito ator péssimo por aí pedindo um Frambô. Vão entregar ao &lt;strong&gt;Mike Myers&lt;/strong&gt;, estou na torcida. E pior atriz coadjuvante para &lt;strong&gt;Paris Hilton&lt;/strong&gt;, por favor, de quem eu tenho a maior inveja de não ser amiga (Foi irônico). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reclame dois – &lt;em&gt;Annie Awards&lt;/em&gt;: Comentário sobre minha frustrada indignação por &lt;em&gt;Wall-e&lt;/em&gt; não ter recebido NENHUM prêmio no Annie Awards e aquele Ursinho sem graça do &lt;em&gt;Kung Fu Panda &lt;/em&gt;ter desbancado a Disney/Pixar. Uhh! Que marmelada, hein?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ticiana Schvarcz&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-4293411072741941099?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/4293411072741941099/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=4293411072741941099' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/4293411072741941099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/4293411072741941099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2009/02/um-flambe-do-frambo.html' title='Um Flambé do Frambô.'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SZBmtV2j7BI/AAAAAAAAASU/x5mF4K0vmNM/s72-c/frambo.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-3585302687083627332</id><published>2009-01-30T09:17:00.000-08:00</published><updated>2009-01-30T09:28:05.232-08:00</updated><title type='text'>NAS TELONAS: O Dia em que Keanu Reeves me Decepcionou (tá. Nem foi a primeira vez)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SYM3rA9QNfI/AAAAAAAAASE/pQ7X6ASeaW0/s1600-h/dia-em-que-a-terra-parou-2008-02.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 249px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SYM3rA9QNfI/AAAAAAAAASE/pQ7X6ASeaW0/s320/dia-em-que-a-terra-parou-2008-02.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5297138798848652786" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O filme vale uma notinha e é exatamente isso que vou tentar fazer, me conter nas palavras. Vale contar que entrei com atraso no cinema (mas não perdi nem o primeiro segundo do filme) e tive que ouvir de um amigo meu: “Poxa, vocês vão perder a melhor parte do filme, os trailes”. Eu ainda tinha esperança.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Dia em Que a Terra Parou &lt;/strong&gt;começa no estilo &lt;strong&gt;Armageddon&lt;/strong&gt;, mas sem a pitada de “&lt;em&gt;I Don't Want To Miss A Thing&lt;/em&gt;” para dar aquela vontade de chorar. A idéia de conscientização contida no filme até que é boa, mas devia parar na versão da década de 50. Pois sim, a produção é simplesmente um remake do filme de mesmo nome lançado em 1951, baseado no conto de &lt;em&gt;Harry Bates&lt;/em&gt;. O que não é surpresa, já que o mesmo aconteceu com &lt;strong&gt;A Guerra dos Mundos&lt;/strong&gt;. &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SYM3xj5aSaI/AAAAAAAAASM/2n66rs5o4ng/s1600-h/dia_em_que_terra_parou01.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SYM3xj5aSaI/AAAAAAAAASM/2n66rs5o4ng/s200/dia_em_que_terra_parou01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5297138911306992034" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A diferença é que a película lançada em 2009 teve como orçamento uma bagatela de U$$ 79 milhões a mais que a primeira produção, que teve um custo de um milhão, algo inacreditável para os dias de hoje. Deviam ter parado na primeira versão.&lt;br /&gt;A produção de 1951 é considerada, por muitos, uma obra-prima da ficção científica cinematográfica lado B. Por isso insisto para que assistam a primeira, pelo menos vão pensar: "É um filme e tanto para a época", e se quiserem ver um extraterreste –e não o &lt;em&gt;Robocop&lt;/em&gt;- destruindo o planeta, assistam Independence Day porque, pelo menos, tem o humor do &lt;em&gt;Will Smith&lt;/em&gt;. Ou então, se quiserem ver catástrofe assistam &lt;strong&gt;O Dia Depois de Amanhã &lt;/strong&gt;e se quiserem chorar, assistam &lt;strong&gt;Armageddon&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;E.T- O Extraterrestre&lt;/strong&gt;. O&lt;strong&gt; Dia em que a Terra Parou &lt;/strong&gt;não se encaixa em nenhuma dessas possibilidades, se quiserem se decepcionar, assistam-no.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só um comentário para ratificar o que, acima, deveria ter sido uma nota: O filme recebeu indicação ao Framboesa de Ouro de Pior Remake, Sequência, Prelúdio ou Filme Derivado de Algo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ticiana Schvarcz&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-3585302687083627332?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/3585302687083627332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=3585302687083627332' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/3585302687083627332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/3585302687083627332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2009/01/nas-telonas-o-dia-em-que-keanu-reeves.html' title='NAS TELONAS: O Dia em que Keanu Reeves me Decepcionou (tá. Nem foi a primeira vez)'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SYM3rA9QNfI/AAAAAAAAASE/pQ7X6ASeaW0/s72-c/dia-em-que-a-terra-parou-2008-02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-5273289934663466323</id><published>2009-01-27T13:21:00.000-08:00</published><updated>2009-01-27T13:29:07.108-08:00</updated><title type='text'>NAS TELONAS: Bolt – O super... comum.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SX97LqG5fqI/AAAAAAAAAR0/7duEbRN43fQ/s1600-h/bolt_cia_.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 174px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SX97LqG5fqI/AAAAAAAAAR0/7duEbRN43fQ/s320/bolt_cia_.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296087127022993058" /&gt;&lt;/a&gt; Ele rosna, tem visão de raio laser, abana o rabinho, dá super latidos e salva a pequena donzela em apuros. Esse é &lt;strong&gt;Bolt&lt;/strong&gt;, o novo cão herói da Disney que está ocupando as telonas do Brasil em janeiro. Descrevendo o filme em uma palavra eu diria com aquela voz silábica de apertar bochechas: “bo-ni-tiii-nhoo” e pararia por aí.&lt;br /&gt;O filme é lindo, muito bem feito (desenhos, efeitos, expressões dos personagens), mas, por mais que dê vontade de levar o cãozinho para casa a história deixa a desejar. A verdade é que a animação tenta, no entanto não foge do clichê do cão que salva o dono. A diferença é que Bolt acredita mesmo ser um supercão porque foi criado como tal. Trancado em seu trailer após as gravações do seriado em que é o ator principal, o cachorrinho não sabe bulhufas do que ocorre no mundo a sua volta. Mas, preocupado com sua Penny (a dona), um dia ele acaba fugindo e conhece uma gata abandonada que mostra a ele como é ser um cachorro normal. Então ele volta para a sua “pessoa” sabendo que não é um herói de verdade e um imprevisto o obriga a arriscar a vida para salvar a garotinha que o criou. Pastiche? Clichê? Ah, mas ele é tão bonitinho.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SX97WHzrokI/AAAAAAAAAR8/qV31wLJJtYg/s1600-h/%5BPERSONAGENS%5D_04.png"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 148px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SX97WHzrokI/AAAAAAAAAR8/qV31wLJJtYg/s200/%5BPERSONAGENS%5D_04.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296087306794148418" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mas não é de hoje que a Disney não acerta em seus filmes 3D, as últimas três produções também não tiveram grande repercussão. &lt;strong&gt;A Família do Futuro&lt;/strong&gt;, em 2007, pecou no roteiro por ser um tanto complexo para o público infantil e &lt;strong&gt;Selvagem&lt;/strong&gt;, em 2006, praticamente reutilizou o roteiro de &lt;strong&gt;Madasgascar&lt;/strong&gt; e teve o “azar” de lançar o filme quase ao mesmo tempo de &lt;strong&gt;Os Sem Floresta&lt;/strong&gt;, da Dreamworks. Mas eu preciso admitir que eles não pouparam despesas em produção e, mesmo não sendo um clássico, vale a pena assistir ao filme. Antes de &lt;strong&gt;Selvagem&lt;/strong&gt; a Disney exibiu em 2005 o &lt;strong&gt;Galinho Chicken Little&lt;/strong&gt;. O filme é divertido e encantador e às vezes ainda me pergunto porque o desajeitado galinho não foi tão apreciado pelo público. Sim, eu respondo, o roteiro deixa você esperando algo mais, ou alguma explicação plausível. Mas é uma boa pedida para um quiz sobre filmes, já que a animação cita várias produções cinematográficas. &lt;br /&gt;Vou fazer uma ressalva. Nem &lt;strong&gt;Selvagem&lt;/strong&gt;, nem o &lt;strong&gt;Galinho&lt;/strong&gt;, os &lt;strong&gt;Robinsons&lt;/strong&gt; ou o supercão &lt;strong&gt;Bolt&lt;/strong&gt; são produções ruins, elas apenas não tem aquela pitada de clássico Disney. Apenas vá ao cinema e assista a história do quatro patas, porque assim como com &lt;em&gt;Lassie, Rin-Tin-Tin, Milo &lt;/em&gt;(de O Máscara), &lt;em&gt;Jerry Lee &lt;/em&gt;(K9), &lt;em&gt;Bud&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Beethoven&lt;/em&gt;, ainda não encontraram uma maneira de mostrar o cão nas telonas que não seja descrevendo a repetida expressão: O melhor amigo do homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ticiana Schvarcz&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-5273289934663466323?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/5273289934663466323/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=5273289934663466323' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/5273289934663466323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/5273289934663466323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2009/01/nas-telonas-bolt-o-super-comum.html' title='NAS TELONAS: Bolt – O super... comum.'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SX97LqG5fqI/AAAAAAAAAR0/7duEbRN43fQ/s72-c/bolt_cia_.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-7183693787396749185</id><published>2009-01-22T14:48:00.000-08:00</published><updated>2009-01-24T15:23:13.640-08:00</updated><title type='text'>Pré-Oscar 2009</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SXj9LVx3FSI/AAAAAAAAAQY/j7Vj6X-C1yg/s1600-h/oscar1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SXj9LVx3FSI/AAAAAAAAAQY/j7Vj6X-C1yg/s200/oscar1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5294259733240681762" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na manhã de hoje a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood divulgou o nome dos filmes indicados para concorrerem ao Oscar 2009. Entre as notícias sobre o evento, depois de abaixo-assinados com mais de 4000 assinaturas de fãs do mundo todo, como era de se esperar, &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SXj97DZuVgI/AAAAAAAAAQg/3F9CJPRa_QU/s1600-h/coringa.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 138px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SXj97DZuVgI/AAAAAAAAAQg/3F9CJPRa_QU/s200/coringa.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5294260552941327874" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Heath Ledger &lt;/em&gt;recebeu a desejada indicação póstuma para melhor ator coadjuvante por sua interpretação de Coringa em &lt;strong&gt;O Cavaleiro das Trevas&lt;/strong&gt;. O filme também disputa mais sete categorias, todas técnicas. No entanto, se eu fosse escrever sobre todos os filmes indicados ficaria dias aqui, então vou fazer uma síntese sobre os principais concorrentes a estatueta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SXj7KubFDII/AAAAAAAAAP4/sHluTRD8eoE/s1600-h/o+curioso.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 148px; height: 211px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SXj7KubFDII/AAAAAAAAAP4/sHluTRD8eoE/s320/o+curioso.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5294257523652889730" /&gt;&lt;/a&gt;O mais indicado do ano, disputando 13 cavaleiros, é o drama &lt;strong&gt;O Curioso Caso de Benjamin Button&lt;/strong&gt;, no qual &lt;em&gt;Brad Pitt &lt;/em&gt;pode ganhar seu primeiro Oscar de Melhor Ator. O filme é baseado no livro de F. Scott Fitzgerald e exibe a história de um ser humano que nasce com todos os problemas e características de uma pessoa idosa e que rejuvenesce a cada ano, invertendo o ciclo da vida. O filme, por mais pacato que seja sua primeira parte, equilibra drama, humor e aventura em um romance impossível entre &lt;em&gt;Pitt&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Cate Blanchett&lt;/em&gt;. A trilha sonora merece destaque tanto quanto os efeitos, principalmente no início do filme quando o que se vê é um bebê abandonado com todos os aspectos de um adulto de 80 anos. Bom, para uma produção em que &lt;em&gt;Brad Pitt &lt;/em&gt;passava cinco horas se maquiando e que, anteriormente, teria cotado &lt;em&gt;Steven Spielberg, Tom Cruise, Ron Howard, John Travolta, Spike Jonze e Rachel Weisz&lt;/em&gt;, acredito que as estatuetas serão bem entregues. O longa disputa também por Melhor Filme, Melhor Diretor com David Fincher e Melhor Atriz Coadjuvante com &lt;em&gt;Taraji P. Henson&lt;/em&gt;, além de Roteiro Adaptado, Edição, Maquiagem, Fotografia, Trilha, Mixagem, Efeitos, entre outros. Um turbilhão de possibilidades e a cadeira reservada nos cinemas. (Ainda dá tempo!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SXj666IEFRI/AAAAAAAAAPw/XqXI5oAHQ6k/s1600-h/milion%C3%A1rio.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SXj666IEFRI/AAAAAAAAAPw/XqXI5oAHQ6k/s320/milion%C3%A1rio.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5294257251916453138" /&gt;&lt;/a&gt;O segundo filme mais indicado ao cavaleiro dourado é &lt;strong&gt;Quem Quer Ser um Milionário?&lt;/strong&gt;. Concorrendo em dez categorias, entre elas Melhor Filme, Melhor Direção com &lt;em&gt;Danny Boyle &lt;/em&gt;(&lt;strong&gt;Trainspotting&lt;/strong&gt;), Roteiro Adaptado, Edição, Fotografia, Trilha e Canção (tendo essa categoria duas indicações). O longa não é de fácil acesso, mas acredito que sua aparição decimal no Oscar altere essa realidade. Num formato independente e repleto de rostos desconhecidos a trama transcorre por uma favela da Índia, quando um garoto órfão e analfabeto é o primeiro a alcançar a etapa final de um jogo de perguntas e respostas parecido com o brasileiro “Show do Milhão”. Entre as cores vibrantes e a miséria do local, algumas pessoas que assistirem o filme podem relembrar o longa de &lt;em&gt;Fernando Meirelles&lt;/em&gt;, &lt;strong&gt;Cidade de Deus&lt;/strong&gt;, e com razão, já que a co diretora das duas produções é a mesma, &lt;em&gt;Kátia Lund&lt;/em&gt;, e trabalha do mesmo modo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SXj8SwNC0LI/AAAAAAAAAQA/JEsV2nX3c7E/s1600-h/milk.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 125px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SXj8SwNC0LI/AAAAAAAAAQA/JEsV2nX3c7E/s200/milk.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5294258761081475250" /&gt;&lt;/a&gt;Com concorrentes à altura a disputa continua com as oito indicações do Drama biográfico sobre Harvey Milk, o primeiro candidato gay oficialmente eleito no estado da Califórnia. &lt;strong&gt;Milk – A Voz da Igualdade&lt;/strong&gt; concorre, entre as demais estatuetas, ao prêmio de Melhor Ator para &lt;em&gt;Sean Penn&lt;/em&gt;, que pode receber o seu segundo troféu hollywoodiano desde &lt;strong&gt;Sobre Meninos e Lobos &lt;/strong&gt;em 2003. O filme também está na disputa pela categoria de Melhor Diretor para &lt;em&gt;Gus Van Sant &lt;/em&gt;(&lt;strong&gt;Gênio Indomável&lt;/strong&gt;). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SXj8kQlcmmI/AAAAAAAAAQI/uBoNd2DSbUE/s1600-h/walle.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 114px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SXj8kQlcmmI/AAAAAAAAAQI/uBoNd2DSbUE/s200/walle.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5294259061831539298" /&gt;&lt;/a&gt;Logo atrás -porém não menos encantador- está a história do robô solitário deixado na Terra por 700 anos para limpar a sujeira dos humanos. A animação Disney/Pixar, &lt;strong&gt;Wall-e&lt;/strong&gt;, recebe seis indicações e dificilmente a Odisséia do robozinho não levará para cara a estatueta de melhor animação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SXj8180qd3I/AAAAAAAAAQQ/VZuohxUpozs/s1600-h/frost-nixon.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 112px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SXj8180qd3I/AAAAAAAAAQQ/VZuohxUpozs/s200/frost-nixon.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5294259365764298610" /&gt;&lt;/a&gt;Empatados com cinco indicações estão o drama histórico pós escândalo Watergate, &lt;strong&gt;Frost/Nixon &lt;/strong&gt;(incluindo Melhor Filme, Melhor Direção -&lt;em&gt;Ron Howard&lt;/em&gt;- e Melhor Ator) e o romance &lt;strong&gt;O Leitor&lt;/strong&gt;, levando novamente a expectativa de receber a estatueta ao diretor &lt;em&gt;Stephen Daldry&lt;/em&gt;, depois de ter sido indicado pelos filmes &lt;strong&gt;As Horas &lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;Billy Elliot&lt;/strong&gt;. O longa também concorre na categoria de Melhor Atriz para &lt;em&gt;Kate Winslet&lt;/em&gt;, que já recebeu três vezes essa indicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prêmio de mérito da Academia completa, em 2009, 81 edições e, como nas outras oito décadas, nomes de ‘peso’ como &lt;em&gt;Robert Downey Jr, Angelina Jolie, e Meryl Streep&lt;/em&gt; caminharão sobre o tapete vermelho para concorrer a estatuetas. Antes de divulgarem as indicações oficiais, algumas categorias recebem dezenas de longas para serem analisados e, deles, escolhidos os cinco melhores. Em 2009 o evento acontecerá no dia 22 de fevereiro (domingo) e o cavaleiro dourado de valor imensurável vai, por mais um ano, reunir o mundo em uma de suas mais belas criações, a sétima arte. &lt;em&gt;Boa noite e boa sorte (a todos).&lt;/em&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ticiana Schvarcz&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-7183693787396749185?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/7183693787396749185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=7183693787396749185' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/7183693787396749185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/7183693787396749185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2009/01/oscar-2009.html' title='Pré-Oscar 2009'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SXj9LVx3FSI/AAAAAAAAAQY/j7Vj6X-C1yg/s72-c/oscar1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-7554566478666380141</id><published>2009-01-21T17:51:00.000-08:00</published><updated>2009-01-21T17:52:37.178-08:00</updated><title type='text'>Cinema com cifrão publicitário</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SXfRWmVGZ7I/AAAAAAAAAPY/Bf-zJi8FuXI/s1600-h/blog_1.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 190px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SXfRWmVGZ7I/AAAAAAAAAPY/Bf-zJi8FuXI/s320/blog_1.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5293930073173682098" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Você já gostou tanto de um filme que se imaginou parte dele? É daquelas pessoas que quando ouve Gonna Fly now sente uma vontade imensa de subir correndo os degraus do Museu de Arte da Filadélfia? Bom, então você também consegue se imaginar andando pela cidade a noite e vendo a eternizada projeção do morcego negro em um edifício a sua frente. Pois essa foi apenas uma das ações de marketing produzidas para o filme O Cavaleiro das Trevas que desbancou algumas das maiores bilheterias da história do cinema mundial, arrecadando cerca de 920 milhões de dólares. &lt;br /&gt;É fato comprovado que a expectativa causada pelas estranhas aparições relacionadas ao filme foi o principal fator de lucro nas exibições -além das especulações póstumas do coringa Heath Ledger-, mas é importante lembrar que tanto o marketing viral quanto a própria publicidade está para a Sétima Arte como está para a televisão, para o rádio, para os jornais. As duas sempre andaram juntas.&lt;br /&gt;A verdade é que desde os anos 40, quando os atores apareciam fumando no cinema já havia uma empresa por trás e, a partir daí a coisa foi se... Vamos dizer assim: aprimorando. O resultado é que tanto o cinema aprendeu com a publicidade, quanto a publicidade utiliza, cada vez mais, atributos cinematográficos. E então não poderia deixar de citar os cineastas/publicitários ou publicitários/cineastas. Ridley Scott (de Hannibal, Gladiador) é um exemplo de cineasta que singrou pelo mundo publicitário.&lt;br /&gt;Sem delongas, vamos voltar a cornucópia cinematográfica. A moda agora é o tal do Marketing Viral, que basicamente seria manifestações publicitárias que simulam o real, ou que partem de um princípio real, ou que fazem você acreditar que é real, usando como instrumento de difusão a internet. Esse gênero ganhou um espaço ainda maior depois das ótimas jogadas criadas para O Cavaleiro das Trevas, que fizeram com que as pessoas se sentissem parte da história, cada uma no simulacro de sua Gotham City. &lt;br /&gt;Mas, você há de convir comigo que o Marketing Viral não é uma técnica nova. Vamos ao Star System Hollywoodiano. De volta para o passado de 1999 na cidade de Burkittsville, três estudantes somem misteriosamente enquanto tentavam produzir um documentário e a internet foi o veículo que divulgou desse desaparecimento. Eles estavam atrás da lendária Bruxa de Blair. O filme custou míseros $ 50 mil e angariou cerca de $ 200 milhões por causa de um simples “PROCURA-SE” solto pela web. Essa foi A sacada da história do cinema, alertando que o segundo filme é o ópio da produção, no sentido figurado de droga mesmo. &lt;br /&gt;E o país tropical também se aprimorou na publicidade cinematográfica com um longa que revolucionou pelo novíssimo “marketing pirata”, conhece? Tropa de Elite e suas versões 01, 02, 10 vendidas nas barraquinhas próximas a sua casa. Os rumores é de que o filme teria sido ‘surrupiado’ antes de ser concluído, o que possibilitaria um final diferente. Jogada de marketing ou imprevisto lucrativo? Sabe-se lá.&lt;br /&gt;Cloverfield – O Monstro assustou a galera que foi ao cinema assistir Transformers (falo deste depois) com uma aparição misteriosa durante os trailers de uma Nova York destruída por um monstro. Não havia nomes, produtora, chamadas, apenas as cenas. E tem a história de que um monstro real/fictício apareceu em algum lugar e que, possivelmente, ele foi criado para causar um ‘furdúncio’ pré-estréia também. Transformers, que tentou por tanto tempo esconder seu Optimus Prime e a gangue de carros-robôs começou, de uma hora para outra, a soltar imagens dos casts que seriam ‘não-oficiais’ e que abocanharam os fãs com aquele gostinho de “quero mais”. O Filme dos Simpsons deixou todo mundo com vontade de comer rosquinhas, até quem olhava para a Estátua da Liberdade, depois de soltarem na rede um vídeo em que o símbolo norte-americano segurava um delicioso biscoito nas mãos. Além de ter transformado vários pontos da cidade em lugares fictícios da cidade de Springfield.&lt;br /&gt;A verdade é que, se for para citar todos os filmes é possível passar dias ‘escrevivendo’ e não lembrar todos. O importante é que a criatividade desses projetos permitiu às novas produções saírem do piegas, do comum, do clichê. Enquanto O Cavaleiro das Trevas mostrou o poder que esse tipo de divulgação tem, outras novas produções e difusões virão, sejam elas quais forem. É claro que a pergunta que fica é “Onde isso vai parar”? E não há uma resposta imediata. A interatividade é novidade e talvez mude também o modo de ver cinema. Por enquanto, assino em baixo e espero que apareçam outros morcegões, monstros e rosquinhas por aí. É bom para a publicidade, é bom para o cinema e é bom ainda para alimentar a imaginação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-7554566478666380141?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/7554566478666380141/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=7554566478666380141' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/7554566478666380141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/7554566478666380141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2009/01/cinema-com-cifro-publicitrio.html' title='Cinema com cifrão publicitário'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SXfRWmVGZ7I/AAAAAAAAAPY/Bf-zJi8FuXI/s72-c/blog_1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-224933701028607599</id><published>2008-09-04T15:47:00.000-07:00</published><updated>2008-09-04T15:50:25.090-07:00</updated><title type='text'>Pela não banalização da pipoca</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SMBl9p4oZRI/AAAAAAAAAME/X89hFlnyitI/s1600-h/cinema.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SMBl9p4oZRI/AAAAAAAAAME/X89hFlnyitI/s320/cinema.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5242302076149064978" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;A cada dia que passa acredito mais que vivo na época errada. Julgo assim por conhecer músicas boas e não rotuladas pela jovialidade, pelos livros eternizados pela graça da leitura manual (‘longe de mim’ ler um livro virtual, que não vira a página e não precisa de marcador, sabe?). Julgo pelo cinema, e sim, principalmente pelo cinema.&lt;br /&gt;Assisti ao A Múmia estreando nas telonas, -a regravação de 1999 com o Brendan Fraser, não o original de 1932 com o Karloff- e me senti em um café Neo Rococó. O cinema havia sido reaberto depois de mais de 20 anos, cheirava a mofo e a carpete empoeirado. Tinha uma catraca na entrada que lembrava as existentes nos ônibus circulares, ela só virava se o ingresso fosse colocado. As poltronas tinham um encosto de madeira escura e encurvada e as almofadas em couro vermelho/vinho combinavam com as cortinas de entrada. A tela estava entre as cinco maiores do país e era possível acomodar mais de 700 cinéfilos, comedores de pipoca e casais (lembrando que, quando o local foi construído não existia essa barbárie de levantar braços de poltrona). Havia apenas essa sala de cinema na cidade, o que fazia de uma estréia o motivo para filas iniciadas dias antes.&lt;br /&gt;Não era o local mais confortável, na verdade não era nada confortável, mas foi desanimador para mim quando resolveram reformar, acabaram com o glamour, aderiram ao clichê. Lembro até hoje que as poltronas tremiam quando o Arnold Vosloo gritava ou quando a trilha sonora pesava aos ouvidos, devo até ter ficado algumas noites sem dormir na época.&lt;br /&gt;Nada contra evoluir e modificar, mas sempre tive um pé no retrô, sempre torci para a não banalização do cinema tanto nas salas quanto nas produções. Imagine as primeiras apresentações cinematográficas e a idéia de ver uma imagem em movimento pela primeira vez. Pense no Grand Café, Paris, lotado de pessoas que esperavam assistir produções que durariam segundos, mas que bastavam para encantar.&lt;br /&gt;Na comédia romântica O Amor Não Tira Férias o personagem Arthur Abbott (Eli Wallach) interpreta um roteirista que em um momento do filme comenta uma época em que estreavam uma produção por mês, hoje são nove por semana. O movimento é tão rápido que já vi filmes que estrearam e ‘desestrearam’ no mesmo dia. As pessoas não se importam em perder os primeiros cinco minutos de história para comprarem pipoca e nem percebem que para que aqueles cinco minutos sejam exibidos alguém perdeu noites pensando, criando e recriando. Porque os primeiros segundos são cruciais.&lt;br /&gt;Há 40 anos a matinê de sábado era o programa do final de semana. Belchior cantou as coisas boas que trazia no peito enquanto pedia a sessão de cinema das cinco e sentia saudades da camisa suja de batom em 1977. Lisbella esperava o próximo capítulo de uma novela que se confundia com a sua vida e a de seu prisioneiro. O cinema era sujo de sonhos, de som, de vida.&lt;br /&gt;Semana passada, quando fui ao cinema o local cheirava a fritura e um rapaz na poltrona da frente apoiava os pés em outro acento. Ninguém com uma lanterna veio reclamar, talvez porque uma pipoca animada dizia na tela que não era permitido por os pés nos bancos, fumar e blá blá blá. Não havia alguém com medo dos lanterninhas, aliás, que lanterninhas? Estão em extinção, acredito eu. A conversa incessante me fez pensar que algumas daquelas pessoas resolveram fazer aquele programa intitulado “Não tem nada para fazer? Vamos ao cinema.” E que outras estavam lá pelo simples fato das poltronas possuírem braços que levantam.&lt;br /&gt;Talvez eu esteja realmente parada no tempo, dentro daquele cinema com almofadas de couro em poltronas de madeira que tremem no ritmo da sonoplastia. Aquele local que se torna, por si só, um personagem do filme. Ou talvez eu seja aquela pessoa chata que está fazendo “shiiiiu” numa sala moderna e sem lanterninhas, com pipocas animadas dizendo o que não fazer, burburinhos por todos os lados e pessoas assoviando quando a luz apaga. Talvez... Mas com todas as mudanças e modernidades ainda sou adepta a frase que diz “Cinema não é só pipoca”, ele, ainda hoje, tira de nós a tristeza da impossibilidade e nos dá a possibilidade de conhecer, de ver, de ser.&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ticiana Schvarcz&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-224933701028607599?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/224933701028607599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=224933701028607599' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/224933701028607599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/224933701028607599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2008/09/pela-no-banalizao-da-pipoca.html' title='Pela não banalização da pipoca'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SMBl9p4oZRI/AAAAAAAAAME/X89hFlnyitI/s72-c/cinema.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-4596873536032775861</id><published>2008-09-04T06:52:00.000-07:00</published><updated>2008-09-04T07:02:42.682-07:00</updated><title type='text'>Múmia café com leite</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SL_qWLiy4vI/AAAAAAAAAL8/YyKY3-vdOsA/s1600-h/mumia-3-poster04.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SL_qWLiy4vI/AAAAAAAAAL8/YyKY3-vdOsA/s320/mumia-3-poster04.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5242166158059299570" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe quando dá aquela vontade de tomar um café passado na hora, daquelas que você chega a sentir o gosto forte na ponta da língua, que dá água na boca? Você pede, aguça o paladar pelo aroma esfumaçado e ao tomar o primeiro gole... Café aguado. Fraco. Descafeinado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Pois é esse o gosto que dá na boca quando um cinéfilo assiste &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Múmia III &lt;/span&gt;e começamos pelo simples fato de não haver múmia nenhuma. Temos apenas um imperador &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Jet Li &lt;/span&gt;amaldiçoado com todo o seu exército de olhos puxados. Aí vão me dizer: “Mas a tumba do imperador dragão e seus guerreiros Terracotta foram inspirados na tumba verídica do primeiro imperador da dinastia Qin. O mausoléu fica localizado em Xi'an, &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SL_p-mAc1kI/AAAAAAAAAL0/qen-XYpJz5o/s1600-h/para+o+blog.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SL_p-mAc1kI/AAAAAAAAAL0/qen-XYpJz5o/s320/para+o+blog.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5242165752846145090" /&gt;&lt;/a&gt;na China.” E onde está o&lt;span style="font-weight:bold;"&gt; Vosloo&lt;/span&gt; nisso? Que seja. Outra punhalada aos fãs de histórias egípcias foi a substituição da atriz &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rachel Weisz&lt;/span&gt; que não aceitou o papel. Deixasse ela com os seus eruditos de Bembridge. Pelo menos não estragava a história. No entanto, temos um ponto positivo e relevante, não apareceu nenhum &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Escorpião Rei&lt;/span&gt;, deveras. Mas reinventaram o abominável homem das neves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão é que assistir &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Múmia - Tumba do Imperador Dragão&lt;/span&gt; me fez pensar sobre a verdadeira necessidade das continuações na sétima arte. No filme dos&lt;span style="font-weight:bold;"&gt; Simpsons&lt;/span&gt;, por exemplo, em uma entrevista o diretor &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;David Silverman&lt;/span&gt; e o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Meyer &lt;/span&gt;disseram, no auge da bilheteria, que só fariam um segundo filme se tivessem um bom roteiro, isso porque, para sair o primeiro foram 158 versões. Conseguiram uma admiradora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo a linha de raciocínio dos desenhos, a própria&lt;span style="font-weight:bold;"&gt; Disney&lt;/span&gt;, a grande&lt;span style="font-weight:bold;"&gt; Disney&lt;/span&gt;, só criou uma boa seqüência quando fizeram um remake de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Rei leão I&lt;/span&gt; na versão dos personagens Timão e Pumba, o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Rei Leão III&lt;/span&gt;. A &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Dream Works&lt;/span&gt; tem projeto para repercutir até um sétimo &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Shrek&lt;/span&gt;, sendo que o terceiro tanto não criou expectativas quanto não as atingiu. Com exceção do gato-de-botas e seu olhar eternizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos às sucessões então. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Poderoso Chefão&lt;/span&gt;? O primeiro ainda é o melhor. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Missão Impossível&lt;/span&gt;? O primeiro. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Jurassik Park&lt;/span&gt;? &lt;span style="font-style:italic;"&gt;John Williams &lt;/span&gt;não criaria uma outra trilha magnífica como aquela. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Meu Primeiro Amor&lt;/span&gt;? Existe um segundo primeiro amor? Vamos lá, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Efeito Borboleta, Duro de matar, Matrix, Onze Homens e Um Segredo&lt;/span&gt;, todos cometeram o mesmo erro. O próprio &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Cavaleiro das Trevas&lt;/span&gt; só é bom porque é o filme do Coringa, não do Batman. Existem também as produções que retomam o começo, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Batman Begins, O Exorcista – O início, Hannibal – O início.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sou contra seqüências, mas sou avessa a remendos. Temos, na glamourosa história hollywoodiana, um leque de grande produções eqüilibrado a um de grandes fiascos. A trilogia&lt;span style="font-weight:bold;"&gt; Bourne&lt;/span&gt; é um exemplo da boa produção, assim como algumas boas películas específicas para fãs, como o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rocky Balboa, o Rambo IV&lt;/span&gt;, o último &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Indiana Jones&lt;/span&gt;, além dos roteiros que já são criados com essa finalidade, como os inspirados em livros e quadrinhos, que estão na moda. Mas um remendo ambicioso como &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Múmia III&lt;/span&gt; é o cartão de entrada para a lista da volta dos que não deveriam ter vindo. Não me exorcizem, mas se é para fazer uma seqüência sem graça, que façam séries ao invés de longas sucessivos que custam 150 milhões de dólares. A Warner TV agradece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Que a força esteja com vocês!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ticiana Schvarcz&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-4596873536032775861?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/4596873536032775861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=4596873536032775861' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/4596873536032775861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/4596873536032775861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2008/09/mmia-caf-com-leite.html' title='Múmia café com leite'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SL_qWLiy4vI/AAAAAAAAAL8/YyKY3-vdOsA/s72-c/mumia-3-poster04.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-2241719635419753188</id><published>2008-09-04T06:38:00.000-07:00</published><updated>2008-09-04T06:50:06.872-07:00</updated><title type='text'>Contagem regressiva para daqui a 700 anos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SL_lGr8QpVI/AAAAAAAAALc/MsyCl1sbBmQ/s1600-h/walle.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SL_lGr8QpVI/AAAAAAAAALc/MsyCl1sbBmQ/s320/walle.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5242160394319996242" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tudo começou em 1994 em um almoço informal pouco antes da estréia de Toy Story. Sentados a mesa estavam Andrew Stanton, Joe Ranft, John Lasseter e Pete Docter que discutiam a animação que revolucionou o mundo dos desenhos. Enquanto conversavam e comiam, os quatro fizeram um brainstorm em busca de idéias para novas criações.&lt;br /&gt;Dessa lendária reunião surgiram nomes como Vida de Inseto, Monstros S.A. e o aclamado Procurando Nemo. Entre tantos grandes personagens com histórias emocionantes e efeitos especiais havia um que não passava de um nome, um nome sem passado ou futuro, o pequeno e solitário robô Wall-e.&lt;br /&gt;Quase quatorze anos depois, a aproximadamente um ano atrás, foram eles, Woody e Buzz –Os históricos protagonistas de Toy Story– que apresentaram ao mundo a nova animação Disney/Pixar (que na minha opinião, foi a maior parceria já feita no país das maravilhas da animação) durante um evento esportivo Superbowl.&lt;br /&gt;A partir dessa linha eu convido você -leitor apaixonado por animações- à apertar o cinto e aceitar uma carona comigo rumo ao ano de 2700. Pegue uma caneca de café bem quente passado na hora, faça uma pipoca de microondas (que é mais rápida) e embarque comigo na Axion –A nave que abriga os humanos longe da Terra– para ler uma prévia dessa aventura que está prestes a estrear nas telonas. Por favor, se quiserem entrar no clima ouçam “Aquarela do Brasil”. É ela que embala o primeiro trailer da animação.&lt;br /&gt;Stanton precisava de uma idéia, de um robô que vivesse sozinho no planeta Terra e fosse apaixonado por seres humanos. Seus olhos foram inspirados em binóculos e, se olhar atentamente, terá referências do pequeno E.T. de Steven Spielberg. Peraí, recapitulando, sozinho no planeta? Sim, os seres hu&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SL_lT3T3r6I/AAAAAAAAALk/wl0w_Ui5-KI/s1600-h/baratinha.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SL_lT3T3r6I/AAAAAAAAALk/wl0w_Ui5-KI/s320/baratinha.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5242160620710113186" /&gt;&lt;/a&gt;manos embarcaram na Axion porque a Terra estava tão cheia de substâncias tóxicas que seria impossível sobreviver aqui. Wall-e é o último dos robôs enviados ao planeta para limpá-lo e, 700 anos depois, só não virou sucata por trocar suas peças com as dos robôs que pararam de funcionar. Mas ele não está completamente sozinho, a pequena máquina tem como companheira uma baratinha simpática, sua melhor amiga.&lt;br /&gt;Apaixonado pela cultura humana Wall-e é uma divertida criação que mistura objetos do nosso dia-a-dia com a falta de conhecimento do robozinho sonhador. Para variar, Stanton resolveu fugir do convencional e ousou! O diretor de Procurando Nemo cortou qualquer diálogo do início do filme. Parece chato? Até poderia ser se ele não tivesse deixado os efeitos sonoros a cargo de Bem Burtt, o mais conhecido designer de sons da indústria (que para quem não lembra criou as vozes dos andróides de Star Wars). A idéia inicial era de que Wall-e não falasse, como o robô R2D2 (do próprio Guerra nas Estrelas), mas o pequeno personagem balbucia algumas palavras.&lt;br /&gt;Wall-e tem uma mensagem clara e simples com todo o floreio de uma história incrível e emocionante. Sintetizando o filme diria: "Não polua o planeta!" Claro que o enredo não gira apenas em torno de lixo e da solidão do robozinho, tem uma história de amor, aventura e uma quase inédita pitada de ação! O que já pôde ser visto, de leve, em Os Incríveis.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SL_mGW3cO9I/AAAAAAAAALs/dFlepMZiOOU/s1600-h/presto.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SL_mGW3cO9I/AAAAAAAAALs/dFlepMZiOOU/s320/presto.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5242161488174267346" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Uma novidade é que a animação será o primeiro longa da Pixar com Live-action (atores ou cenários reais), mas o diretor garantiu que é algo bem diferente do que apareceu em Happy Feet (tomara mesmo!). Ahhh, e como manda o figurino em todas as animações Disney/Pixar, Wall-e também conta com um curta-metragem introduzindo o filme. Encabeçado 'Presto', o curta mostra a história de um mágico e seu coelho mal-humorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero não pagar com a minha língua, mas já fiz várias apostas em Wall-e para a melhor animação da Pixar. Apostarei aqui também e pago um café se o filme não for realmente o melhor. Sem exageros, sem mais delongas, o longa tem todo o potencial para desbancar até o patamar de primeiro escalão de Procurando Nemo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wall-e estréia nessa sexta-feira (27 de junho) nas telonas do mundo todo, então aproveitem e corram para comprar seus ingressos antecipadamente. Já começou a contagem regressiva. Eu já reservei o meu.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;"Será necessário o amor de um robô para que a Terra seja salva" Andrew Stanton&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ticiana Schvarcz&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;span style="font-style:italic;"&gt;-publicado em 25 de junho de 2008 no www.ocafecultural.blogspot.com&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-2241719635419753188?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/2241719635419753188/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=2241719635419753188' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/2241719635419753188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/2241719635419753188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2008/09/contagem-regressiva-para-daqui-700-anos.html' title='Contagem regressiva para daqui a 700 anos'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SL_lGr8QpVI/AAAAAAAAALc/MsyCl1sbBmQ/s72-c/walle.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7209654160375538355.post-5045996553473757394</id><published>2008-09-04T06:11:00.000-07:00</published><updated>2008-09-04T06:19:37.185-07:00</updated><title type='text'>"Me chamo Todd, Sweeney Todd."</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SL_fAa0jxBI/AAAAAAAAALU/ag3OJIZnJ3g/s1600-h/sweeney.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SL_fAa0jxBI/AAAAAAAAALU/ag3OJIZnJ3g/s320/sweeney.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5242153689575310354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, inicio minha dedução dizendo que fui induzida pelo meu gosto pelos filmes bizarros do diretor &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Tim Burton&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; e que não sosseguei enquanto não assisti &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Sweeney Todd&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. Deixo aqui minha crítica ao cinema de Taubaté por preferir passar “&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Juno&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;” por mais de duas semanas e “&lt;span style="font-style:italic;"&gt;10.000 a.c&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;” por um mês enquanto era esperada uma estréia que nunca aconteceu. Minha curiosidade me fez optar por um café de má qualidade, ou pela pirataria -emprestada, confesso- sem o mínimo de glamour de uma grande tela de cinema e décor com metros a detalhar.&lt;br /&gt;Vamos às lâminas de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Johnny Depp&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. Tenho que concordar que depois de encontrarem 27 tonalidades de preto na obra do pintor holandês Frans Hals, o diretor &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Tim Burton&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; não ficou muito atrás. Com cenários monocromáticos &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Sweeney Todd&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; comprova que um cineasta representa através da luz e que a própria luz representa como ator dramático. Eu falei em drama? Pois procurem uma palavra ainda mais ‘dramática’ para resumir a história de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Benjamin Barker&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, ou Todd, como quiser. Separado da mulher e filha sob falsa acusação, ele é enviado para a Austrália e retorna após 15 anos convencido a se vingar. Afinal, o que tem a perder alguém que acredita que perdeu tudo?&lt;br /&gt;Achei a palavra ‘demoníaco’ meio forte para um título, mas depois de ver as cenas cruas de gargantas sendo cortadas ao léu, preferi não contrariar. Aliás, não gostava do &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sasha Baron Cohen&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, ou talvez não gostasse do “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Borat&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;”, mas fiquei arrasada ao vê-lo morrer tão cedo. Se bem que todo mundo morre mesmo.&lt;br /&gt;Certa vez li que já conceituaram cinema como algo situado entre a dança e o teatro (e há quem jure de pés juntos que isso é inconcebível). Burton, mesmo retirando a música "The Ballad of Sweeney Todd" do roteiro porque acreditou que o filme pareceria demais com uma peça teatral, para mim, dirigiu um grande espetáculo de palco. Ele sempre gostou de tramas fantásticos, mas essa história, sendo lenda ou não, já é fantástica por si só. O diretor ainda deu seu toque bizarro que lembrou um pouco “Edward Mãos de Tesoura”. Tão pouco teatral ou dramático quanto Woyzek, de George Buchner.&lt;br /&gt;Em tema de música e voz o eqüilíbrio é perfeito, chega a tranqüilizar os ouvidos em meio a tantos cortes e sangue. O paralelismo entre as vozes dos personagens, a mistura de ritmos e &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Johnny Depp&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, que canta com a naturalidade de quem fala. Para quem não gosta de musicais a história fica ainda mais interessante porque, ao contrário de histórias glamourosas como &lt;span style="font-style:italic;"&gt;“Grease”, “Chicago”&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style:italic;"&gt;“Moulin Rouge”&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, em que as musicas criam um mundo alternativo ao das histórias, Sweeney Todd tem a melodia como um encaixe de cenas, é apenas um diálogo cantado.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Tim Burton&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; se superou em &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Sweeney Todd: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;no cenário, no figurino, nas luzes, no exagero, no sórdido, no grotesco, no drama. E nem todas essas características são boas. Mas tem a cara de Burton harmonizando pela sexta vez com o ator &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Johnny Depp &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;que, aliás, não deixa a desejar às suas fãs enlouquecidas. Outros dois ingredientes que ficaram bem juntos são &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Alan Rickman&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Timothy Spall&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; que participaram de filmes da série &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Harry Potter &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;interpretando Professor Snape e Peter Pettegrew, respectivamente. Não posso deixar de falar da Helena &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Bonham Carter&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, a Belatrix do Harry Potter, que é esposa de&lt;span style="font-style:italic;"&gt; Burton&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; e que estava grávida durante as gravações. Merecia o Globo de Ouro do qual foi indicada, com gosto de café passado na hora.&lt;br /&gt;Sobre o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sweeney Todd&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; preciso ainda comentar o sangue... Rosa! Pronto, está comentado. E dizer que a produção dá um gosto bom na boca, que mereceu o Oscar de Melhor Direção de Arte e merecia o de Melhor Figurino. Se me perguntassem fotografia eu daria também. Acredito que o diretor tenha pecado em aproximar o climax do 'the end', nada acontece e, quando acontece, é um turbilhão de acontecimentos, todos de uma vez. Então deduzi, ao final do filme, que algo faltou, algo do &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Burton&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, que sempre falta no meio de tanto drama e desilusão. Faltou aquele chocolate com menta que vem junto com o café, sabe? Uma gota de final feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;br /&gt;"At last - my arm is complete again!" – Todd&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ticiana Schvarcz&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7209654160375538355-5045996553473757394?l=cine-rosebud.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/feeds/5045996553473757394/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7209654160375538355&amp;postID=5045996553473757394' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/5045996553473757394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7209654160375538355/posts/default/5045996553473757394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cine-rosebud.blogspot.com/2008/09/me-chamo-todd-sweeney-todd.html' title='&quot;Me chamo Todd, Sweeney Todd.&quot;'/><author><name>mim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hrX-Jm9YwoM/TX9-JM_7V4I/AAAAAAAAAlg/A3BlOD2KqH8/s220/twitter.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_1BV3FQFYjN4/SL_fAa0jxBI/AAAAAAAAALU/ag3OJIZnJ3g/s72-c/sweeney.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
